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Padrões por categoria (altitudes, limites e restrições)

Quando não houver VAC/publicação, use padrões conservadores para reduzir mistura de performance no circuito.

Referência de altitude

Use AAL (Above Aerodrome Level/Altitude Acima do Aeródromo), isto é, altitude acima da elevação do aeródromo.

Altitudes recomendadas (sem publicação)

Categoria Altitude de circuito (AAL) Observações operacionais
Pistão (SEP) 1000 ft AAL padrão comum para tráfego leve
A jato / alta performance 1500 ft AAL reduz conflito com tráfego lento; melhor energia e separação
Helicópteros 500 ft AAL (ou "baixo circuito") preferir rotas/áreas dedicadas quando possível

Separação de tráfego misto

Se o tráfego estiver misto e sem procedimentos locais, a TWR deve separar por altitude e/ou por forma de sequência, evitando "encaixar jato atrás de pistão" em curta final.

Limites laterais (distância do circuito)

Categoria Downwind (distância lateral) Comentário
Pistão (SEP) 0,8 a 1,5 NM manter circuito compacto reduz tempo de ocupação
A jato / alta performance 1,5 a 3,0 NM mais energia, raio de curva maior
Helicópteros 0,3 a 0,8 NM manter fora do eixo do tráfego fixo, quando aplicável

Restrições recomendadas para segurança (sem VAC)

  • Evitar "cortar base" quando há tráfego em downwind/base.
  • Proibir "straight-in" se isso conflitar com tráfego no circuito (a menos que a TWR consiga integrar com separação).
  • Helicópteros: preferir rota dedicada (ex.: "via pátio/linha de táxi", "mantendo margem do aeródromo") para não cruzar final de asa fixa.

Integração de helicópteros (modelo prático)

Quando não houver procedimento publicado:

  • autorize helicópteros a operar abaixo do circuito e, quando possível, fora do eixo de aproximação.
  • se precisar cruzar final, faça com coordenação explícita e sem tráfego em curta final.

Procedimentos locais

Em aeródromos com operação intensa, o ideal é criar/usar procedimento local publicado. Sem isso, padronize o máximo possível por instrução ATC.