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SBXP - São Paulo

Dados gerais

TMA TMA São Paulo
Posição SBXP_APP
Indicativo Controle São Paulo
Frequência 119.600 MHz1
Vigilância ATS Radar
Altitude de transição 8000 pés em toda a TMA2
Aeródromos na TMA SBGR, SBSP, SBKP, SBMT, SBJD, SBSJ, SDCO, SBST, SDAM, SBJH, SBBP

Informações Úteis

Use as abas acima: Cartas Aeronáuticas traz as cartas da TMA, Cartas Visuais traz as cartas visuais (REA/REH) da AISWEB, Meteorologia mostra o mapa meteorológico da área e Tráfego VATSIM abre o tráfego no aeródromo principal (SBGR).

Mapa

Clique em um volume para ver os limites e a classe. Use o controle de camadas para trocar o mapa de fundo e ligar ou desligar os volumes.

A camada Corredores visuais (REA) mostra todos os corredores de aviões da TMA e do Vale do Paraíba e os portões dos aeródromos. Linha cheia: trecho controlado; tracejada: classe G, com coordenação em FCA; seta: sentido único. Clique em um trecho para ver os rumos, as altitudes e o contato. Detalhes em Corredores visuais (REA).

A camada Rotas de helicópteros (REH), desligada por padrão, mostra as 31 REH da circular. Linha cheia: trecho controlado (Controle Helicóptero ou Torre); tracejada: classe G. Os nomes das rotas aparecem com mais zoom. Ver Helicópteros (REH).

Volumes

Volume Limites Classe
São Paulo 2 (Setor Visual) 3600 FT – 5500 FT C
São Paulo 1 5500 FT – FL245 A C
CTR Guarulhos GND – 3600 FT D
CTR São Paulo (Congonhas) GND – 3600 FT D
CTR Campinas GND – 3700 FT D
CTR São José GND – 5500 FT D
CTR Jundiaí GND – 4500 FT D
CTR Taubaté GND – FL085 D
ATZ Marte GND – 3700 FT —

Setorização do APP

O APP é dividido em setores, cada um com posição e frequência próprias no pacote. Ligue a camada Setores do APP (elementares) no mapa para vê-los, ou a camada de uma posição combinada para ver a área consolidada que ela assume. Quem assume um setor fechado está em Posições combinadas e no diagrama de cobertura.

Escolha a área na lista: o setor total (uma posição para toda a TMA), uma posição combinada ou um setor elementar. A área está preenchida, com os limites verticais abaixo do nome; o resto da TMA aparece em cinza. Hachurado: parte do setor que, abaixo de FL100, pertence a uma final.

Posição combinada SBXP_APP: toda a TMA
Posição combinada SBXP_S_APP: setores T1 e T2, ao sul
Posição combinada SBXP_E_APP: setores T7 e T8 e a final de São José, a leste
Posição combinada SBXP_N_APP: setores T3, T4, T5, T6 e T13, ao norte e oeste
Posição combinada SBXP_NL_APP: setores T3 e T5, camada baixa ao norte e oeste
Posição combinada SBXP_NU_APP: setores T4, T6 e T13, camada alta ao norte e oeste
Setor T1 do APP São Paulo, de 5500 pés – FL245
Setor T2 do APP São Paulo, de 5500 pés – FL245
Setor T3 do APP São Paulo, de 5500 pés – FL135
Setor T4 do APP São Paulo, de FL135 – FL245
Setor T5 do APP São Paulo, de 5500 pés – FL135
Setor T6 do APP São Paulo, de FL135 – FL245
Setor T7 do APP São Paulo, de 5500 pés – FL245
Setor T8 do APP São Paulo, de 5500 pés – FL245
Setor T13 do APP São Paulo, de FL135 – FL245
Setor FGR, final de Guarulhos, do APP São Paulo, de 5500 pés – FL100
Setor FSP, final de Congonhas, do APP São Paulo, de 5500 pés – FL100
Setor FKP, final de Campinas, do APP São Paulo, de 5500 pés – FL100
Setor FSJ, final de São José dos Campos, do APP São Paulo, de 5500 pés – FL100
Setor Posição Frequência Limites Função
T1 SBXP_T1_APP 134.900 5500 FT – FL245 Alimentador de SBSP, ao sul
T2 SBXP_T2_APP 122.750 5500 FT – FL245 Alimentador de SBSP, a oeste e sudoeste
T3 SBXP_T3_APP 135.750 5500 FT – FL135 Alimentador de SBKP, a oeste
T4 SBXP_T4_APP 119.800 FL135 – FL245 Setor alto: entradas e saídas a noroeste
T5 SBXP_T5_APP 132.100 5500 FT – FL135 Alimentador de SBKP e SBGR, ao norte
T6 SBXP_T6_APP 120.850 FL135 – FL245 Setor alto: entradas e saídas ao norte e nordeste
T7 SBXP_T7_APP 119.375 5500 FT – FL245 Alimentador de SBGR e SBSP, a leste
T8 SBXP_T8_APP 120.450 5500 FT – FL245 Alimentador de SBGR e SBSJ, a nordeste
T13 SBXP_T13_APP 129.275 FL135 – FL245 Setor alto: entradas e saídas a oeste
FGR SBGR_F_APP 129.750 5500 FT – FL100 Final de SBGR
FSP SBSP_F_APP 133.850 5500 FT – FL100 Final de SBSP
FKP SBKP_F_APP 119.250 5500 FT – FL100 Final de SBKP
FSJ SBSJ_F_APP 124.150 5500 FT – FL100 Final de SBSJ
V SBXP_V_APP 129.500 3600 FT – 5500 FT Setor Visual: a TMA São Paulo 2 e os corredores VFR
  • Setor alto: recebe do ACC as chegadas que descem e entrega ao ACC as saídas que sobem, acima dos alimentadores.
  • Alimentador: monta a sequência de chegada e entrega a aeronave à final já espaçada, descendo para a altitude da final. Também cuida das saídas no seu setor.
  • Final: recebe dos alimentadores, ajusta o espaçamento na final e transfere para a Torre.
  • Setor Visual: controla os VFR nos corredores da TMA São Paulo 2, abaixo dos outros setores. Não aparece no seletor acima porque ocupa outra camada; veja a seção própria e a camada Corredores visuais (REA) no mapa.

Posições combinadas

Posição Frequência Assume
SBXP_APP 119.600 SBXP_S_APP, SBXP_E_APP, SBXP_N_APP, SBXP_V_APP
SBXP_E_APP 134.650 SBSJ_F_APP, SBXP_T7_APP, SBXP_T8_APP
SBXP_NL_APP 120.925 SBXP_T3_APP, SBXP_T5_APP
SBXP_NU_APP 130.050 SBXP_T13_APP, SBXP_T4_APP, SBXP_T6_APP
SBXP_N_APP 120.250 SBXP_NU_APP, SBXP_NL_APP
SBXP_S_APP 129.000 SBXP_T1_APP, SBXP_T2_APP

Órgãos ATC

Código Abrev. Indicativo de Chamada Frequência Observações
SBXP_APP XP Controle São Paulo 119.600
SBGR_TWR TGR Torre Guarulhos 132.750
SBSP_TWR TSP Torre São Paulo 127.150
SBKP_TWR TKP Torre Campinas 118.250
SBSJ_TWR TSJ Torre São José 118.500
SBJD_TWR TJD Torre Jundiaí 118.750
SBTA_TWR TTA Torre Taubaté 119.900
SBMT_TWR TMT Torre Marte 133.350

Cobertura top-down

Leia de baixo para cima: com a posição desconectada, o espaço aéreo passa para a próxima posição on-line acima.

Ver diagrama de cobertura
---
config:
  flowchart:
    wrappingWidth: 1000
---
flowchart BT
    p0["SBCW_CTR"]:::ctr
    g0["<span style='display:inline-block;margin:0 6px;padding:8px 14px;border:2px solid rgb(138,86,201);background:var(--md-mermaid-node-bg-color);color:var(--md-mermaid-label-fg-color)'>SBCW_CSE_CTR</span><span style='display:inline-block;margin:0 6px;padding:8px 14px;border:2px solid rgb(138,86,201);background:var(--md-mermaid-node-bg-color);color:var(--md-mermaid-label-fg-color)'>SBCW_CWE_CTR</span>"]:::grpctr
    g1["<span style='display:inline-block;margin:0 6px;padding:8px 14px;border:2px solid rgb(138,86,201);background:var(--md-mermaid-node-bg-color);color:var(--md-mermaid-label-fg-color)'>SBCW_CE_CTR</span><span style='display:inline-block;margin:0 6px;padding:8px 14px;border:2px solid rgb(138,86,201);background:var(--md-mermaid-node-bg-color);color:var(--md-mermaid-label-fg-color)'>SBCW_SE_CTR</span>"]:::grpctr
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Abertura das posições

O pacote divide a TMA em muitos setores, mas na rede quase sempre há um só controlador, no SBXP_APP. A abertura de setores segue a Política de Abertura de Setores ATC da VATSIM Brasil.

Não há sequência formal de abertura

Os setores a abrir são definidos pela Gerência de Operações, conforme a política. Não abra um setor ou uma posição combinada por conta própria só porque o movimento aumentou.

Com qualquer combinação aberta, cada posição assume os setores das posições fechadas abaixo dela (ver Setorização do APP, Posições combinadas e o diagrama de cobertura).

FIZ dentro da TMA

Abaixo da TMA há zonas de informação de voo (FIZ, classe G) com posição própria no pacote. Com a posição da FIZ desconectada, o SBXP_APP (ou a posição que o cobre) presta o serviço de informação de voo nela.

FIZ Limites Posição Indicativo Frequência
SBST (Santos) GND – 5500 FT SBST_R_TWR Rádio Santos 118.650
SDAM (Amarais) Setor 1: GND – 5500 FT · Setor 2: GND – 3600 FT SDAM_R_TWR Rádio Amarais 118.125
SBJH (Catarina) GND – 5000 FT SBJH_R_TWR Rádio Catarina 131.800
SBBP (Bragança Paulista) GND – 4500 FT SBBP_R_TWR Rádio Bragança Paulista 125.700
SDCO (Sorocaba) GND – 5500 FT (ATZ GND – 3600 FT) SDCO_TWR Torre Sorocaba 118.800
  • Na FIZ não há separação: o órgão dá informação de tráfego e de aeródromo. Aeronave IFR que sai ou chega pela FIZ é autorizada pelo APP antes de entrar na TMA.
  • Coordene com a Rádio as saídas IFR (autorização e hora de decolagem) e as chegadas (hora prevista e procedimento).

Configuração da TMA

A TMA trabalha com as pistas em uso nos três aeródromos principais. Cada Torre escolhe a pista pelo vento e pelas regras da página do aeródromo. O APP precisa saber a combinação, porque ela define as STAR e as SID em uso.

Aeródromo Configurações Preferencial Detalhes
SBGR 10 (pouso 10R, decolagem 10L) ou 28 (pouso 28L, decolagem 28R) 10, com vento de cauda < 7 kt e pista seca SBGR
SBSP 17 ou 35 (as duas paralelas no mesmo sentido) Nenhuma: segue o vento SBSP
SBKP 15 ou 33 15, com vento de cauda < 7 kt e pista seca SBKP

SBGR depende da pista de SBSP

Há SID de SBGR que só podem ser usadas com SBSP na pista 35. A restrição está nas observações da carta3. Com SBSP na 17, as saídas de SBGR usam as SID que não têm essa restrição.

Quando SBSP trocar de pista, avise o Tráfego e a Torre de SBGR.


Chegadas

As STAR mudam com frequência, por isso esta página não as lista. Consulte sempre a carta vigente na aba Cartas Aeronáuticas, em Informações Úteis.

  • Todas as STAR da TMA são RNAV 1. Aeronave sem GNSS só voa a STAR com vigilância ATS2.
  • Aeronave sem RNAV, ou que não vai voar a STAR: trate caso a caso. Em geral, dê proas diretas para o IAF ou vetore até a final, com nível e velocidade explícitos.
  • A STAR depende da pista em uso. Autorize a STAR da pista informada no ATIS e, se a pista mudar, autorize de novo a STAR da nova pista.
  • Respeite as restrições de nível e de velocidade da carta. Ao vetorar para fora da STAR, a aeronave deixa de cumpri-las: dê nível e velocidade explicitamente.
  • As STAR terminam no IAF do procedimento de aproximação. Depois dele, autorize a aproximação ou vetore para a final.

Point merge em SBGR

As STAR de SBGR convergem para um ponto único ao norte do aeródromo (o SANPA, nas cartas atuais) e dali seguem para o IAF da pista em uso.

Cada entrada tem duas versões de STAR:

  • Direta, sem arco: é a padrão. No dia a dia, use sempre as chegadas diretas.
  • Com arco de sequenciamento (point merge): só para grande volume de tráfego, quando a sequência não se resolve com as diretas e alguns ajustes de velocidade ou vetores.

No arco, a aeronave voa nivelada, a uma distância constante do ponto de convergência, até receber "direto" para ele. Assim o controlador espaça as chegadas sem vetorar.

O que é o point merge

O point merge é uma técnica de sequenciamento de chegadas criada pelo EUROCONTROL. Em vez de vetorar cada aeronave, o controlador usa uma estrutura fixa de rotas RNAV e só decide quando cada aeronave sai dela.

Dois arcos em níveis diferentes, ambos à mesma distância d do ponto de convergência M, com uma rota comum de M até o IAF e a pista
Estrutura. Azul e verde: arcos de sequenciamento dos fluxos A e B, em níveis diferentes. Tracejado: qualquer ponto de um arco está à mesma distância d do ponto de convergência M. Preto: rota comum de M até o IAF e a pista. Níveis ilustrativos.

  • Ponto de convergência (M): onde todos os fluxos se juntam. Dali a rota é uma só até o IAF.
  • Arcos de sequenciamento: trechos curvos em que a aeronave voa nivelada, sempre à mesma distância de M. Por isso, ao receber "direto M", qualquer aeronave no arco tem o mesmo percurso restante, e o espaçamento depende só de quando ela sai.
  • Níveis diferentes: cada fluxo tem o seu arco, num nível próprio, e os arcos são voados em sentidos opostos. Os dois fluxos ficam separados verticalmente até a saída do arco.

Aeronaves voando os arcos; uma recebe direto para M e segue atrás de duas que já estão a caminho de M, com espaçamento mínimo entre elas
Sequenciamento. Laranja: aeronave que acabou de receber "direto M". Preto: aeronaves à frente, já na mesma trajetória para M, espaçadas.

  1. A aeronave entra no arco e segue nivelada, na velocidade da carta.
  2. Quando a aeronave à frente já se afastou o suficiente, o controlador autoriza direto M e a descida. O ponto em que ela deixa o arco define o espaçamento.
  3. Todas voam a mesma trajetória para M, uma atrás da outra. O espaçamento é o mínimo de separação ou o de esteira, o que for maior.
  4. A partir de M, a aeronave segue a STAR até o IAF e a aproximação.

Quando usar: só com grande volume de tráfego. Com o arco, cada chegada voa mais do que pela STAR direta, então no movimento normal ele só atrasa. No dia a dia, use as chegadas diretas.

Vantagens no pico: menos vetores e menos transmissões, descida contínua a partir da saída do arco e trajetórias previsíveis para todos. Se o arco termina sem instrução, a aeronave segue a STAR até M (nas cartas de SBGR, o fim do arco já leva ao ponto de convergência). Se a demanda passa da capacidade dos arcos, use a espera.

Usando o point merge

  1. Com o movimento alto, autorize a STAR com arco e deixe a aeronave seguir no nível do arco.
  2. Quando o espaçamento para a aeronave à frente for suficiente (veja a esteira), autorize direto para o ponto de convergência e a descida.
  3. A partir dele, a aeronave segue a STAR até o IAF; vetore para a final se precisar ajustar.

Aproximações mais usadas

Procedimento de aproximação (IAC) normal de cada pista, a alternativa RNP e os procedimentos de uso especial. O IAF é onde a STAR termina; a aproximação começa ali.

Pista Padrão IAF Alternativa RNP Outros
10R ILS Y (operação segregada) LOMEN RNP Y Sem operação segregada: ILS Q ou RNP X (alternativos). Baixa visibilidade: ILS Q CAT II & III. Sem GNSS: ILS P ou LOC P (radar requerido). ILS R: a partir de GR283, exige RF
28L ILS Y (operação segregada) UTKUG RNP Z Sem operação segregada: ILS W ou RNP X (alternativos). Sem GNSS: ILS Z ou LOC Z (radar requerido)
10L ILS O ou ILS W (CAT I e II) LOMEN RNP T ou RNP W Sem GNSS: ILS N ou LOC N. RNP S (AR): autorização especial
28R ILS T ou ILS M UTKUG RNP V ou RNP M Sem GNSS: ILS W ou LOC W (arco DME)

A 10R e a 28L são as pistas de pouso. Aplique a operação segregada sempre que possível: nas duas pistas o ILS Y é o padrão (na 10R, com mínimos maiores e curva imediata à direita na arremetida); o ILS Q (10R) e o ILS W (28L) ficam como alternativos. Já a 10L e a 28R recebem pousos só fora da operação normal (ver SBGR). Não há CAT II ou III na 28L e na 28R.

Pista Padrão IAF Alternativa RNP Outros
17R ILS X LUVDI, KOMGU RNP Y Sem GNSS: ILS Y ou LOC Y (por STN e AKRUB). RNP X (AR): autorização especial
17L RNP T (só CAT A, B e C) LUVDI, KOMGU — VOR Z (17L e 17R)
35L ILS V ESUNI, OGTAL RNP Z Sem GNSS: ILS R ou LOC R. RNP X (AR): autorização especial
35R RNP S (só CAT A, B e C) ESUNI, OGTAL — VOR Y (35L e 35R)
Pista Padrão IAF Alternativa RNP Outros
15 ILS Z ITEDI, NOBRE, NILKA RNP Z Sem GNSS: ILS X ou LOC X (a partir de MUPIP, arremetida com vetores). VOR Z. RNP Y (AR): autorização especial
33 RNP X (não há ILS) KP209, KP191, UBKUP — VOR Y. RNP W (AR): autorização especial
Pista Padrão IAF Alternativa RNP Outros
16 ILS T SJ063, LONES RNP W Sem GNSS: ILS V ou LOC V (arco DME), VOR Z. RNP Z (AR): autorização especial. VOR Y: só aeronaves militares
34 RNP X (não há ILS) DAGOV, SOTPI — VOR
Aeródromo Pista Padrão Outros
SBJD 18 RNP Z (CAT A, B e C) RNP A: circular por trajetória visual definida. Não há IAC para a 36
SDCO 01 RNP Z (CAT A, B e C) Mínimos altos: 1000 pés e 5000 m
SDCO 19 RNP Y (CAT A, B e C) Mínimos altos: 1000 pés e 5000 m
SBST 35 RNP Z (CAT A, B e C) Helicópteros: RNP 076 (ponto no espaço, segue VFR a partir de UDUSU). Não há IAC para a 17
SBTA 08 / 26 RNP (só helicópteros, CAT H) VOR 08, VOR 26, RNP Z e VOR Z 26: também só helicópteros. Não há aproximação IFR de avião

SBMT não tem procedimento de aproximação por instrumentos.

  • AR (Authorization Required): RNP AR exige aprovação especial da aeronave e da tripulação. Só autorize se o piloto pedir.
  • Sem GNSS: as versões convencionais usam VOR e DME e servem para aeronaves que não podem voar RNAV.

Fonte: cartas IAC de cada aeródromo no AISWEB (AIRAC 2209A1 a 2609A1). As cartas não dizem qual procedimento é o padrão; o critério usado aqui é ILS CAT I a partir do IAF em que a STAR termina, ou RNP onde não há ILS. Exceção: na 10R e na 28L de SBGR, o padrão é o ILS Y da operação segregada.


Saídas

As SID também mudam com frequência e não são listadas aqui. Consulte a carta vigente na aba Cartas Aeronáuticas.

  • Todas as SID são RNAV 1, exceto a OMNI de cada aeródromo. A OMNI é usada quando a aeronave não pode voar a SID RNAV, ou a critério do ATC5. Nela a aeronave sobe na proa autorizada até a altitude da carta e aguarda instrução: vetore assim que ela chamar.
  • A SID depende da pista em uso e do fixo de saída do plano de voo.
  • As SID RNAV não publicam nível inicial: o limite vertical são as restrições dos fixos.
  • Quem não puder cumprir as restrições de altitude da SID avisa o ATC antes da decolagem2.
  • Suba as saídas para o nível de cruzeiro sempre que possível: libere a subida acima das restrições da SID assim que não houver conflito, sobretudo com as chegadas que cruzam por cima.

Próximo órgão pela direção de saída:

  • Norte e nordeste: ACC Brasília.
  • Oeste, sudoeste e sul: ACC Curitiba.
  • Leste: APP Rio de Janeiro (SBWJ) ou ACC Brasília, conforme o fixo.

Circulação na TMA

As STAR e as SID da TMA se cruzam em vários pontos. As cartas separam a maioria desses cruzamentos na vertical: a chegada passa por cima ou por baixo da saída graças às restrições de nível. Essa separação depende de as duas aeronaves cumprirem as restrições. Com direto, vetor ou restrição cancelada, ela pode acabar.

Os mapas abaixo mostram as chegadas (linha cheia) e as saídas (tracejado) nas duas configurações mais comuns, com os pontos de conflito potencial: cruzamentos em que os níveis previstos pelas cartas ficam a menos de 4000 pés um do outro.

  • Vermelho: menos de 2000 pés. A separação vertical da carta é pequena; trate como conflito.
  • Laranja: de 2000 a 4000 pés. Separado pela carta, mas a margem some com um direto ou uma subida liberada.

Circulação na TMA São Paulo com SBGR 10, SBSP 17 e SBKP 15: chegadas e saídas dos três aeródromos e quatro pontos de conflito potencial

Ponto Chegada Saída Nível previsto (chegada / saída)
1 SBKP EDMUS 1B SBKP EGBEN 1A, ISMOB 1A, KONVI 2C FL100 / 6500 FT
2 SBKP VERME 1A SBKP EGEVA 1A FL110 / 8500 FT
3 SBSP OGTAL 2A SBSP UBRAM 1A 9000 FT / 5500 FT
4 SBSP OGTAL 2A SBSP UGTIX 2A, UTKOM 1A 9000 FT / 7000 FT

Circulação na TMA São Paulo com SBGR 28, SBSP 35 e SBKP 33: chegadas e saídas dos três aeródromos e sete pontos de conflito potencial

Ponto Chegada Saída Nível previsto (chegada / saída)
1 SBSP ORESU 1B SBGR XOLUS 1A FL205 / FL170
2 SBKP UBKUP 2A SBKP EGEVA 1B FL125 / 8500 FT
3 SBGR MOLLE 1C SBGR XOLUS 1A FL170 / FL160
4 SBKP EDMUS 1A SBGR ISNAP 2A, SBSP BAIAN 3B FL250 / FL240–FL245
5 SBKP UBKUP 2A SBGR AKRER 3A, SBSP UBRAM 1B FL135 / FL110
6 SBSP ORESU 1B SBGR AKRER 3A FL100 / 8500 FT
7 SBSP ORESU 1B SBSP SEDLO 1A, UBRAM 1B, UGTIX 1B 9000 FT / 6500–7000 FT

Nos pontos de conflito

  • Antes de dar direto ou cancelar restrição a uma aeronave que passa por um ponto marcado, confira o tráfego no outro fluxo.
  • Prefira manter as restrições da carta perto desses pontos e libere a subida ou a descida depois do cruzamento.
  • Com as posições divididas, os pontos que ficam na divisa de dois setores pedem coordenação entre eles.

Como os mapas são feitos: as rotas vêm das SID e STAR do pacote de setores; as STAR com arco de point merge ficam de fora, porque não são usadas no dia a dia. O nível previsto em cada cruzamento é uma estimativa: a chegada desce a 3° até a cabeceira e a saída sobe a 500 pés por NM, sempre presas às restrições das cartas (AIRAC 2508A1 a 2610A1). Cruzamentos a menos de 5 NM da cabeceira ficam com a Torre e não aparecem.


Transferências

Regras gerais no Manual de Coordenação e Transferência. Na TMA-SP:

De Para Quando Como a aeronave chega
ACC APP No limite da TMA, sobre o fixo de entrada da STAR Autorizada na STAR, no nível de transferência do fixo
APP ACC Ao se aproximar do limite da TMA (lateral ou FL245) Na SID, subindo para o nível de cruzeiro sempre que possível
APP APP vizinho (Rio, Academia) Nos fixos de saída comuns Coordenar nível; as STAR e SID de SBKP e SBGR cruzam a TMA Academia e a TMA Rio
APP TWR Estabilizada na final, em torno de 8 a 10 NM da cabeceira Separada da aeronave à frente na final
TWR APP Logo após a decolagem Na SID ou na proa da OMNI
Setor Final (*_F_APP) Ao descer abaixo de FL100 perto do aeródromo Na STAR, com a sequência montada
  • Na SBGR, o piloto informa a pista de decolagem no primeiro contato com o Controle São Paulo4.
  • Aeronaves que entram na CTR Campinas chamam o APP em 119.800 ou 133.850; na CTR São José, em 129.0507.

Pontos e níveis de transferência

Chegadas para o APP São Paulo. O órgão que entrega autoriza a descida para o nível da tabela e transfere a aeronave sobre o fixo; dali em diante, o APP continua a descida pela STAR.

Mapa da TMA São Paulo com os fixos de transferência das chegadas: ACC Curitiba em ANISE, EDRAT e BUXUK; ACC Brasília em ZARES, UTLOT, ENTIT e VUNOX; APP Rio em EDMUS e IBDAL, cada um com o nível de descida por destino
Cada seta é um fixo de transferência, na cor do órgão que entrega. Abaixo do fixo, o destino e o nível para o qual a descida já vem autorizada.
De Fixo Destino Descida autorizada para STAR
ACC Curitiba (SBCW_CTR) ANISE SBSP, SBSJ FL150 SBSP OGTAL 2A; SBSJ DAGOV 1A, LONES 1A
ACC Curitiba (SBCW_CTR) EDRAT SBKP FL140 UBKUP 2A, VERME 1A
ACC Curitiba (SBCW_CTR) BUXUK SBGR FL220 MOLLE 1A, 1B, 1C, 1D
ACC Brasília (SBBS_CTR) ZARES SBGR FL210 MOLLE 1A, 1B, 1C, 1D
ACC Brasília (SBBS_CTR) VUNOX SBGR, SBSJ FL180 SBGR VUNOX 1A, 1B, 1C, SANPA 1A; SBSJ LONES 1A
ACC Brasília (SBBS_CTR) UTLOT SBKP FL140 UTLOT 3A, UBKUP 2A
ACC Brasília (SBBS_CTR) UTLOT SBSP FL210 ORESU 1A, 1B
ACC Brasília (SBBS_CTR) ENTIT SBKP FL150 ENTIT 1A, ITEDI 1A
ACC Brasília (SBBS_CTR) ENTIT SBSP FL220 ORESU 1A, 1B
APP Rio (SBWJ_APP) EDMUS SBGR FL110 EDMUS 1B, 2A
APP Rio (SBWJ_APP) EDMUS SBKP FL240 EDMUS 1A, 1B, ITEDI 1A
APP Rio (SBWJ_APP) IBDAL SBSP FL110 IBDAL 2A, OGTAL 2A

As saídas não têm nível de transferência: o APP sobe a aeronave para o nível de cruzeiro sempre que possível e a transfere ao se aproximar do limite da TMA.

Diretos nas saídas

Para acelerar o fluxo, o APP pode autorizar direto para os fixos abaixo, mesmo que fiquem fora da TMA São Paulo. A aeronave deixa a SID, segue direto para o fixo e é transferida ao órgão da tabela ao se aproximar do limite da TMA.

Mapa da TMA São Paulo com os fixos de direto das saídas: NUXEL, ISMOB e GERTU para o ACC Brasília; ASETA, SOVSI, UBSOD e MADNI para o ACC Curitiba, cada um com os aeródromos de origem
Cada seta sai da TMA para um fixo de direto, na cor do órgão que recebe. Abaixo do fixo, os aeródromos cujas saídas passam por ele.
Para Fixo Origem SID
ACC Brasília (SBBS_CTR) NUXEL SBGR, SBSP, SBSJ SBGR AMVUL 6A, EVNEB 3A, ISNAP 2A, REORI 3A; SBSP BAIAN 3A, 3B; SBSJ BOBIC 3A, VUSMA 3A
ACC Brasília (SBBS_CTR) ISMOB SBGR, SBKP SBGR AMVUL 6A, ORONU 1A, REORI 3A, XOLUS 1A; SBKP EGBEN 1A, ISMOB 1A, OPGUN 2A
ACC Brasília (SBBS_CTR) GERTU SBGR, SBSP, SBKP SBGR AMVUL 6A, ORONU 1A, REORI 3A, XOLUS 1A; SBSP UGTIX 1B, 2A; SBKP EGBEN 1A, OPGUN 2A
ACC Curitiba (SBCW_CTR) ASETA SBGR, SBSP, SBKP SBGR AKRER 3A, CGO 4B, 5A, ZORZA 3A, 5B; SBSP UBRAM 1A, 1B, UGTIX 1B, 2A; SBKP ASETA 1A, OSUDO 4A
ACC Curitiba (SBCW_CTR) SOVSI SBGR, SBSP, SBKP SBGR AKRER 3A, CGO 4B, 5A, ZORZA 3A, 5B; SBSP SEDLO 1A, UTKOM 1A; SBKP OSUDO 4A, SOVSI 1A
ACC Curitiba (SBCW_CTR) UBSOD SBGR, SBSP SBGR AKRER 3A, CGO 4B, 5A, ZORZA 3A, 5B; SBSP SEDLO 1A, UTKOM 1A
ACC Curitiba (SBCW_CTR) MADNI SBGR, SBSP SBGR AKRER 3A, CGO 4B, 5A, ZORZA 3A, 5B; SBSP SEDLO 1A, UTKOM 1A
  • Dê o direto só quando o fixo estiver no plano de voo da aeronave.
  • Antes do direto, confira os pontos de conflito com as chegadas: o direto tira a aeronave das restrições da SID.

Velocidades e separação

Situação Valor
Abaixo de FL100 250 kt no máximo
Arcos de point merge de SBGR 250 kt
SANPA 230 kt
Final de SBGR 180 kt a 10 NM e 160 kt a 5 NM da cabeceira4
Separação radar 5 NM ou 1000 pés; 3 NM na final de SBGR4
Helicóptero VFR × IFR na final 17 / saída 35 de SBSP Separação composta 2,5 NM × 500 pés8

Procedimentos especiais

  • Aproximação visual em SBSP: com visibilidade ≥ 5 km e teto ≥ 1000 pés, o APP pode vetorar para aproximação visual. O plano continua IFR até o piloto reportar a pista à vista6.
  • Aeronave sem RNAV em SBGR, SBSP e SBKP: com os auxílios convencionais fora, pode chegar visual. O piloto avisa no primeiro contato que vai mudar de IFR para VFR e pede a mudança perto do aeródromo5.
  • Arremetida fora do perfil em SBKP, com falha de comunicação: subir para 6000 pés e voar para o IAF do procedimento em uso7.

TMA São Paulo 2 e circulação VFR

Documentos de navegação visual

As cartas estão embutidas na aba Cartas Visuais em Informações Úteis. A carta da TMA São Paulo 2 é a CCV REA XP2-São Paulo. Os dados desta seção vêm da AIC N 29/269.

TMA São Paulo 2 (Setor Visual)

A TMA São Paulo é dividida em duas camadas9. A São Paulo 1 é o espaço dos voos IFR, acima de 5500 pés. A São Paulo 2 é uma camada baixa sobre a região metropolitana, por cima das CTR de Campinas, Jundiaí, Congonhas, Guarulhos e Marte e da ATZ de Marte. Ela existe, em essência, para os voos visuais: o VFR cruza a região por corredores (REA) com altitudes máximas que o mantêm abaixo dos fluxos IFR.

Limites Acima de 3600 pés até 5500 pés (inclusive)
Classe C
Posição SBXP_V_APP (Setor Visual; no mundo real, setor T-14 do APP-SP)
Indicativo Controle São Paulo
Frequência 129.500 MHz1
Velocidade 200 kt IAS no máximo
Cobertura Com o SBXP_V_APP fechado, o SBXP_APP assume a camada (ver cobertura)
  • No pacote, as saídas e chegadas de SBMT e SBJD pertencem ao Setor Visual.
  • O mesmo 129.500 presta informação de voo e alerta a quem pede, no espaço classe G abaixo da TMA, e dá o QNH a quem não recebe nenhum ATIS.
  • Na classe C, o APP separa IFR de IFR e IFR de VFR. Entre dois VFR, dá informação de tráfego.
  • As finais de SBGR e SBSP e as saídas por baixo de 5500 pés atravessam a camada. As altitudes máximas dos corredores protegem esses voos: um VFR fora do corredor ou acima da máxima é conflito com o IFR.
  • A camada de cima, São Paulo 1, é classe C até FL145: o VFR só entra nela com autorização.
  • No Vale do Paraíba (fora da TMA), as REA passam pelas CTR São José, Taubaté e Guaratinguetá. No mundo real, os trechos controlados ali usam o APP-SP em 134.150 / 124.150, a Torre Taubaté (119.900) e o APP Guaratinguetá (120.150). Na rede, o piloto chama a posição que estiver on-line: ligue a camada Setores do APP no mapa para ver quem cobre o trecho.

Regras gerais para o VFR

  • Corredores compulsórios: o VFR voa nas rotas publicadas, com os rumos e as altitudes previstos, salvo instrução ou autorização diferente do órgão ATS, na TMA São Paulo 2, nas CTR, nas ATZ de aeródromos controlados, nas FIZ sob a TMA e nestes trechos de REA:
    • CHARLIE, de CERQUILHO a PEDÁGIO CASTELO; DELTA, de TREVO a PERUS; ECHO, de PERUS a DOM PEDRO; KILO inteira;
    • LIMA, de CABREÚVA a CAMBUÍ; NOVEMBER inteira; OSCAR, de TAPIRAÍ a FURNAS e de VARGEM GRANDE a PERUS; PAPA, de ITAPEVI a RÉGIS;
    • QUEBEC, de PARQUE DO CARMO a PALMEIRAS; ROMEO, de REPRESA SUZANO a ITAQUERA; SIERRA, de INTERLIGAÇÃO a PALMEIRAS;
    • FOXTROT, de TRAVÉS ÁGUIA a BERTIOGA; MIKE, de TRAVÉS NORTE IGARATÁ a CACHOEIRA; TANGO, de PARAIBUNA a REDENÇÃO; UNIFORM, de CAÇAPAVA a REDENÇÃO.
  • Direita do eixo: a aeronave voa à direita do eixo do corredor. Onde a circular exige, voa no eixo ou sobrevoa o ponto (fly over), como em PEDÁGIO CASTELO e ANHANGUERA na NOVEMBER.
  • Altitude máxima separa o VFR do IFR acima: na área controlada ela é obrigatória. Altitude mínima é a altitude livre de obstáculos do trecho; abaixo dela, a responsabilidade é do piloto.
  • Classe G: fora da área controlada, o VFR fica a 5000 pés no máximo, por causa da malha IFR acima, salvo nos trechos de corredor que publicam outra altitude. Na CHARLIE, na LIMA e na OSCAR, quem quer subir acima de 5000 pés tem de seguir o corredor, e mudança de rumo só a 5000 pés ou abaixo.
  • Descida: em área controlada, o piloto planeja estar na altitude máxima a partir da posição em que ela começa a valer.
  • CTR, ATZ e FIZ: a entrada e a saída são pelos portões, salvo instrução diferente do ATC. Antes de entrar, o piloto chama o órgão correspondente.
  • Velocidade: 200 kt IAS no máximo nas áreas controladas; 160 kt recomendados nos portões de Marte.
  • Reporte: ao cruzar uma posição de notificação, o piloto reporta na frequência do órgão ATC ou da FCA do trecho.
  • Cruzamento de trajetórias IFR: o VFR não cruza saídas e chegadas IFR em altitude conflitante sem autorização do órgão ATS.
  • Transponder ligado (modo A/C ou S) em toda a área, inclusive na classe G.
  • Voos vindos de fora do espaço controlado que entram na TMA pelos corredores REA ou REH estão dispensados de plano de voo, mas devem informar antes matrícula, posição, pessoas a bordo, autonomia, origem e destino.

Corredores visuais (REA)

Altitudes em pés (QNH), no formato máxima / mínima. Quando as altitudes dependem do sentido, cada rumo traz as suas. ⇄ é mão dupla; → é sentido único. Os trechos em D · APP-SP 129.500 são do Setor Visual. O corredor tem 3 NM de largura (1,5 NM para cada lado do eixo).

Região metropolitana (corredores que cruzam a TMA São Paulo 2):

REA Trecho Rumos Altitudes (máx. / mín.) Espaço · contato
CHARLIE CERQUILHO ⇄ PORTO FELIZ ⇄ RONDON 126° / 306° 126°: 6500 / 5000 · 306°: 5000 / 4500 G · FCA Norte 135.675
RONDON ⇄ ITU 126° / 306° 5000 / 3200 G · FCA Norte 135.675
ITU ⇄ CABREÚVA 126° / 306° 5000 / 4800 G · FCA Norte 135.675
CABREÚVA ⇄ SANTANA 147° / 327° 147°: 5000 / 4500 · 327°: 4800 / 4500 D · APP-SP 129.500
PEDÁGIO CASTELO → SANTANA 306° 4500 / 4000 D · APP-SP 129.500
DELTA TREVO → PEDÁGIO LEROY 169° 4500 D · APP-SP 129.500
PEDÁGIO LEROY ⇄ PERUS 169° / 349° 169°: 4300 / 4100 · 349°: 4100 D · APP-SP 129.500
ECHO PERUS → MORATO 023° 4200 / 4000 D · APP-SP 129.500
MORATO ⇄ TRAVÉS JARINU ⇄ DOM PEDRO 015° / 195° 4500 / 4000 D · APP-SP 129.500
DOM PEDRO ⇄ MORUNGABA 015° / 195° 015°: 5000 / 4300 · 195°: 4500 / 4300 G · FCA Norte 135.675
MORUNGABA ⇄ TRAVÉS AMPARO 040° / 220° 040°: 5000 / 4300 · 220°: 4700 / 4300 G · FCA Norte 135.675
TRAVÉS AMPARO ⇄ SERRA NEGRA ⇄ LINDÓIA 039° / 219° 039°: 5500 / 5000 · 219°: 6000 / 5000 G · FCA Norte 135.675
KILO TRAVÉS JARINU ⇄ ATIBAIA 102° / 282° 4500 / 4100 D · APP-SP 129.500
LIMA CABREÚVA ⇄ PEDÁGIO LEROY 115° / 295° 5000 / 4800 D · APP-SP 129.500
PEDÁGIO LEROY ⇄ MORATO ⇄ ATIBAIA 068° / 248° 4500 / 4100 D · APP-SP 129.500
ATIBAIA ⇄ JOANÓPOLIS 079° / 259° 079°: 6000 / 5000 · 259°: 5500 / 5000 G · FCA Norte 135.675
JOANÓPOLIS ⇄ CAMANDUCAIA ⇄ CAMBUÍ 056° / 236° 056°: 8000 / 6000 · 236°: 7500 / 6000 G · FCA Norte 135.675
NOVEMBER ANHANGUERA → PEDÁGIO CASTELO → ITAPEVI 276° 3700 / 3600, depois 3700 D · APP-SP 129.500
OSCAR TAPIRAÍ ⇄ FURNAS 073° / 253° 6000 / 5000 G · FCA Sul 126.650
FURNAS ⇄ VARGEM GRANDE 073° / 253° 073°: 4500 / 4000 · 253°: 5000 / 4000 G · FCA Sul 126.650
VARGEM GRANDE ⇄ ITAPEVI 073° / 253° 073°: 4500 / 4000 · 253°: 5000 / 4000 D · APP-SP 129.500
ITAPEVI ⇄ SANTANA 029° / 209° 4500 / 4200 D · APP-SP 129.500
SANTANA → PERUS 104° 4300 / 4100 D · APP-SP 129.500
PAPA ITAPEVI ⇄ RÉGIS 181° / 001° 4500 / 4000 D · APP-SP 129.500
RÉGIS ⇄ EMBU-GUAÇU 181° / 001° 4500 / 4000 G · FCA Sul 126.650
EMBU-GUAÇU ⇄ ITANHAÉM 198° / 018° 198°: 5000 / 3500 · 018°: 4500 / 3500 G · FCA Sul 126.650
QUEBEC PARQUE DO CARMO ⇄ RODOANEL SUL 130° / 310° 130°: 5000 / 4100 · 310°: 4100 (só com SBMT na 12) D · APP-SP 129.500
RODOANEL SUL → PALMEIRAS → MOGI BERTIOGA 113° 5000 / 4100 D · APP-SP 129.500
MOGI BERTIOGA → REPRESA RIBEIRÃO — 5000 / 4700 G · FCA Litoral 122.925
REPRESA RIBEIRÃO → USINA CARAGUÁ — 7500 / 4700 G · FCA Litoral 122.925
ROMEO ILHA ANCHIETA → REPRESA PARAIBUNA 291° 7000 / 4400 G · FCA Litoral 122.925
REPRESA PARAIBUNA → SALESÓPOLIS — 6000 / 4600 G · FCA Sul 126.650
SALESÓPOLIS → REPRESA SUZANO 282° 5000 / 4100 D · APP-SP 129.500
REPRESA SUZANO → RODOANEL NORTE 304° 5000 / 3700 D · APP-SP 129.500
RODOANEL NORTE → ITAQUERA 309° 4000 / 3700 D · APP-SP 129.500
SIERRA ITANHAÉM ⇄ INTERLIGAÇÃO 056° / 236° 5000 / 4000 G · FCA Sul 126.650
INTERLIGAÇÃO ⇄ RIO GRANDE 064° / 244° 4300 / 4000 G · FCA Sul 126.650
RIO GRANDE ⇄ PALMEIRAS 064° / 244° 4300 / 4000 D · APP-SP 129.500
PALMEIRAS ⇄ REPRESA SUZANO 063° / 243° 063°: 5000 / 4000 · 243°: 4500 / 4000 D · APP-SP 129.500
REPRESA SUZANO ⇄ GUARAREMA 070° / 250° 070°: 5000 / 4000 · 250°: 4500 / 4000 D · APP-SP 129.500

Interior, litoral e Vale do Paraíba:

REA Trecho Rumos Altitudes (máx. / mín.) Espaço · contato
ALFA TRAVÉS AMERICANA ⇄ CAPIVARI 228° / 048° 228°: 4000 / 3200 · 048°: 4500 / 3200 G · FCA Norte 135.675
CAPIVARI ⇄ RONDON ⇄ ÉDEN ⇄ TOBIAS 189° / 009° 4000 / 3200 G · FCA Norte 135.675
TOBIAS ⇄ REPRESA ALUMÍNIO 142° / 322° 4500 / 4100 G · FCA Norte 135.675
REPRESA ALUMÍNIO ⇄ FURNAS 142° / 322° 5000 / 4100 G · FCA Norte 135.675
FURNAS ⇄ EMBU-GUAÇU 142° / 322° 4500 / 4300 G · FCA Sul 126.650
EMBU-GUAÇU ⇄ INTERLIGAÇÃO 127° / 307° 4500 / 4100 G · FCA Sul 126.650
BRAVO LIMEIRA ⇄ COSMÓPOLIS ⇄ JAGUARIÚNA 131° / 311° 131°: 4500 / 3200 · 311°: 5000 / 3200 G · FCA Norte 135.675
JAGUARIÚNA ⇄ MORUNGABA ⇄ ATIBAIA 157° / 337° 157°: 4500 / 4400 · 337°: 5000 / 4400 G · FCA Norte 135.675
ATIBAIA ⇄ IGARATÁ 127° / 307° 127°: 5000 / 4900 · 307°: 4900 / 4900 G · FCA Norte 135.675
IGARATÁ ⇄ GUARAREMA ⇄ SALESÓPOLIS 173° e 145° / 325° e 353° Ida: 5000 / 3500 · volta: 4500 / 3500 G · FCA Sul 126.650
SALESÓPOLIS ⇄ REPRESA RIBEIRÃO 192° / 012° 192°: 5500 / 4600 · 012°: 5000 / 4600 G · FCA Litoral 122.925
FOXTROT ITANHAÉM ⇄ TRAVÉS ÁGUIA 082° / 262° 082°: 5000 / 2500 · 262°: 5500 / 2500 G · FCA Sul 126.650
TRAVÉS ÁGUIA ⇄ BERTIOGA 085° / 265° 085°: 5500 / 2500 · 265°: 5000 / 2500 G · Rádio Santos 118.650
BERTIOGA ⇄ RIVIERA 091° / 271° 091°: 6000 / 2000 · 271°: 5500 / 2000 G · FCA Litoral 122.925
RIVIERA ⇄ BARRA DO UNA 091° / 271° 091°: 6500 / 2000 · 271°: 6000 / 2000 G · FCA Litoral 122.925
BARRA DO UNA ⇄ USINA CARAGUÁ 091° / 271° 091°: 6500 / 4000 · 271°: 6000 / 4000 G · FCA Litoral 122.925
USINA CARAGUÁ ⇄ ILHA ANCHIETA ⇄ LARANJEIRAS 091° / 271° Leste: FL095 / 4000 · oeste: FL085 / 4000 G · FCA Litoral 122.925
LARANJEIRAS ⇄ PONTA 091° / 271° 091°: 6500 / 3000 · 271°: FL085 / 3000 G · FCA Litoral 122.925
GOLF ROSEIRA ⇄ SUL BASÍLICA 139° / 319° 139°: 6500 / 5200 · 319°: 5500 / 5200 D · APP-GW 120.150
SUL BASÍLICA ⇄ CUNHA 139° / 319° 139°: 6500 / 5200 · 319°: 5500 / 5200 G · FCA Litoral 122.925
CUNHA ⇄ BAÍA 126° / 306° 126°: 6500 / 6200 · 306°: 6200 G · FCA Oeste 134.450
HOTEL ITU ⇄ CAPIVARI 347° / 167° 347°: 5000 / 3200 · 167°: 4500 / 3200 G · FCA Norte 135.675
CAPIVARI ⇄ PEDRAS 359° / 179° 359°: 5000 / 3200 · 179°: 4500 / 3200 G · FCA Norte 135.675
INDIA PIRACICABA ⇄ TRAVÉS AMERICANA ⇄ COSMÓPOLIS 098° / 278° 098°: 4500 / 3000 · 278°: 5000 / 3000 G · FCA Norte 135.675
MIKE ATIBAIA ⇄ TRAVÉS NORTE IGARATÁ 115° / 295° 5000 / 4600 G · FCA Norte 135.675
TRAVÉS NORTE IGARATÁ ⇄ TRAVÉS NORTE SÃO JOSÉ 101° / 281° 4000 / 3800 D · APP-SP 134.150
TRAVÉS NORTE SÃO JOSÉ ⇄ CAÇAPAVA 116° / 296° 4000 / 3500 D · APP-SP 134.150
CAÇAPAVA ⇄ TREVO CARVALHO PINTO ⇄ TAUBATÉ 082° / 262° 082°: 5500 / 3500 · 262°: 4500 / 3500 D · TWR-TA 119.900
TAUBATÉ ⇄ PEDÁGIO DUTRA 082° / 262° 082°: 5500 / 3500 · 262°: 5000 / 3500 D · TWR-TA 119.900
PEDÁGIO DUTRA ⇄ ROSEIRA 082° / 262° 082°: 5500 / 3500 · 262°: 5000 / 3500 D · APP-GW 120.150
ROSEIRA ⇄ BASÍLICA 075° / 255° 075°: 5500 / 4100 · 255°: 5000 / 4100 D · APP-GW 120.150
BASÍLICA ⇄ FÁBRICA DUTRA 071° / 251° 5500 / 3500 D · APP-GW 120.150
FÁBRICA DUTRA ⇄ CACHOEIRA 071° / 251° 5500 / 3100 D · APP-GW 120.150
SOROCABA 01 PORTO ⇄ LAGO 097° / 277° 4500 / 3100 G · FIZ Sorocaba 118.800
SOROCABA 02 SARAPUÍ ⇄ HOSPITAL 089° / 269° 4500 / 3100 G · FIZ Sorocaba 118.800
TANGO SALESÓPOLIS ⇄ PARAIBUNA ⇄ REDENÇÃO 071° / 251° 4300 / 4100 G · FCA Sul 126.650
UNIFORM CAÇAPAVA ⇄ REDENÇÃO 158° / 338° 158°: 5000 / 4800 · 338°: 4900 / 4800 D · TWR-TA 119.900
REDENÇÃO ⇄ ILHA ANCHIETA 145° / 325° 145°: 5500 / 4800 · 325°: 5300 / 4800 G · FCA Litoral 122.925

O que cada corredor faz e onde estão as armadilhas:

  • Entrada e saída da TMA São Paulo 2: pelos pontos do limite lateral (DOM PEDRO, ATIBAIA, CABREÚVA, VARGEM GRANDE, RÉGIS e PALMEIRAS), além de TREVO (CTR Jundiaí) e dos pares de mão única pelo leste.
  • CHARLIE é o eixo oeste: de Cerquilho por Porto Feliz e Itu até CABREÚVA, e de lá para SANTANA. A partir de CABREÚVA, o APP escolhe o caminho para Marte conforme a sequência: CHARLIE e OSCAR (SANTANA, PERUS) ou LIMA e DELTA (PEDÁGIO LEROY, PERUS). PEDÁGIO CASTELO → SANTANA é de mão única. Há rotas de helicópteros abaixo, a 3200 pés.
  • DELTA desce de TREVO (Jundiaí) para PERUS, já na entrada de Marte. Ver os portões de Marte.
  • ECHO é o eixo norte: PERUS → MORATO (mão única), depois MORATO, TRAVÉS JARINU e DOM PEDRO, subindo para Amparo, Serra Negra e Lindóia. Ao norte de DOM PEDRO é rota obrigatória para entrar ou sair da TMA por esse setor, com áreas restritas nas laterais.
  • KILO liga TRAVÉS JARINU a ATIBAIA. LIMA liga CABREÚVA a PEDÁGIO LEROY, MORATO e ATIBAIA (aeronaves em altitudes parecidas no trecho, relevo de até 4000 pés), e segue para Joanópolis e Cambuí, subindo até 8000 pés.
  • NOVEMBER é de mão única para oeste: ANHANGUERA → PEDÁGIO CASTELO → ITAPEVI, a 3700 pés, com sobrevoo obrigatório de ANHANGUERA e PEDÁGIO CASTELO por causa dos procedimentos IFR de SBSP. O APP pode inverter o sentido quando precisar.
  • OSCAR vem do sudoeste (Tapiraí, Ibiúna) por VARGEM GRANDE e ITAPEVI até SANTANA; SANTANA → PERUS é de mão única.
  • PAPA liga ITAPEVI e RÉGIS ao litoral sul (Embu-Guaçu, Itanhaém). Atenção ao circuito de SDIM (Itanhaém), a até 1500 pés.
  • QUEBEC (saída para leste) e ROMEO (entrada pelo leste) formam um par de mão única entre a zona leste e o litoral norte. A ROMEO é o caminho para quem vem do Rio: quem entra por ela, cumprindo as altitudes, não precisa chamar o APP antes de entrar na São Paulo 1.
  • SIERRA cruza a final da RWY 35 de SBSP pelo sul, de Itanhaém por Rio Grande da Serra, PALMEIRAS e REPRESA SUZANO até Guararema. É obrigatória para esse cruzamento: não violar a máxima nem a lateral, por causa dos procedimentos IFR de SBSP e SBST. Cruza a ROMEO.
  • MIKE é o eixo do Vale do Paraíba, pela Via Dutra, de ATIBAIA a CACHOEIRA. Entre TREVO CARVALHO PINTO e TAUBATÉ, nos dois sentidos, o avião voa na vertical da Via Dutra para evitar o circuito e os procedimentos IFR de SBTA. Perto de SBGW, atenção à curva base dos procedimentos e à final da RWY 02.
  • TANGO e UNIFORM são as ligações pelo sul com o Vale: a TANGO cruza perto da final da RWY 33 de SBSJ (não violar a máxima nem a lateral norte); a UNIFORM é a rota obrigatória de acesso à MIKE pelo sul, entre SBTA e SBSJ, com área restrita militar a leste.
  • FOXTROT é o corredor litorâneo, de Itanhaém por Praia Grande, Bertioga, Caraguatatuba e Ubatuba até Paraty. Entre TRAVÉS ÁGUIA e BERTIOGA, a Rádio Santos (118.650) dá informação; há área restrita de asa-delta e paramotor abaixo, até 2500 pés.
  • GOLF liga Roseira, Cunha e a Baía de Paraty. HOTEL e INDIA ligam Itu, Capivari, Piracicaba e Cosmópolis; ALFA e BRAVO contornam a TMA pelo oeste e pelo norte. Saindo da TMA para Piracicaba (PEDRAS, PIRACICABA, LIMEIRA), chame o APP Pirassununga em 122.400 e veja os NOTAM.
  • SOROCABA 01 (PORTO ⇄ LAGO) e SOROCABA 02 (SARAPUÍ ⇄ HOSPITAL) são as entradas de SDCO pelo oeste, na FIZ Sorocaba (Torre Sorocaba, 118.800).

Portões dos aeródromos

A entrada e a saída das CTR, ATZ e FIZ com portões são sempre pelos portões, salvo instrução diferente do ATC.

Aeródromo Portões
SBMT (Marte) COMETA, DUTRA, ABRIL, PENTEADO, ESCOLA PM, PEDREIRA (tabela abaixo)
SBJD (Jundiaí) LAGOA, ESTÁDIO, TREVO; setor oeste por ELÓI, TRAVÉS SUL ITUPEVA, JAPI, JACARÉ e NATURA
SBKP (Viracopos) ANHANGUERA SUL (leste) e INDAIATUBA (oeste), a 3600 pés no máximo, em contato direto com a Torre Campinas
SDAM (Amarais) ARMAZÉM, SHOPPING, ANHANGUERA SUL
SBJH (Catarina) CABREÚVA, MAILASQUI
SBBP (Bragança Paulista) GUARIPOCABA, FERNÃO DIAS (saída), BOCAINA, INSTRUÇÃO (saída para instrução)
SDAI (Americana) REPRESA, RODOVIÁRIA
SDBN (Bonanza) SALTO, LEITE, MODELO
SBST (Santos) PARANAPIACABA, BERTIOGA, TRAVÉS ÁGUIA, INTERLIGAÇÃO
SBSJ (São José dos Campos) CAÇAPAVA, REDENÇÃO, JACAREÍ, IGARATÁ
SBTA (Taubaté) PEDÁGIO DUTRA, CAÇAPAVA e REDENÇÃO (pontos das REA MIKE e UNIFORM)
SBGW (Guaratinguetá) CACHOEIRA, SUL BASÍLICA, PEDÁGIO DUTRA
SDCO (Sorocaba) INDUSTRIAL, RAPOSO (leste); LAGO e HOSPITAL (oeste)
SBGR (Guarulhos) ITAQUERA, só para militares

Marte (SBMT). O Setor Visual entrega e recebe o tráfego de Marte nos portões. O sentido de cada portão depende da pista em uso:

Pista SBMT Setor Chegada Saída Transferência APP ⇄ TWR Marte
12 Leste DUTRA COMETA Chegada em PARQUE DO CARMO; saída em ITAQUERA
12 Oeste PENTEADO ABRIL Chegada em PEDREIRA; saída em ESCOLA PM ou ANHANGUERA
30 Leste COMETA DUTRA Chegada em ITAQUERA; saída em PARQUE DO CARMO
30 Oeste ABRIL PENTEADO Chegada em ESCOLA PM; saída em PEDREIRA ou ANHANGUERA
  • A inversão do fluxo pela pista em uso obriga cruzamentos sob controle do APP: entre QUEBEC e ROMEO no setor leste e perto de ESCOLA PM e PEDREIRA no setor oeste. Atenção redobrada no setor leste com a pista 12 e no oeste com a 30.
  • Pista 12, setor leste: quem chega pela ROMEO, depois de REPRESA SUZANO, desce para 4100 pés e voa para RODOANEL SUL (274°), deixando-o à esquerda, e então para o portão PARQUE DO CARMO. Quem sai por ITAQUERA sobe para 5000 pés e voa para RODOANEL SUL, deixando-o à esquerda, e então para PALMEIRAS. Os dois se cruzam perto de RODOANEL SUL.
  • CTR Marte: existe para proteger os procedimentos IFR de SBMT e só fica ativa durante a operação IFR. Ativa, o VFR não entra nela, nem pelos trechos de REA e REH dentro dela (exceto segurança pública e missões SVH, TROV e TREN, sob controle da Torre Marte). Desativada, o VFR opera normalmente na ATZ Marte e nos corredores. Ativação: informada no ATIS.
  • Decolando de SBMT (RWY 12 para o portão ABRIL ou RWY 30 para o portão DUTRA), o piloto ajusta velocidade, altitude e raio de curva para não sair da CTR Marte e não interferir com SBSP nem com a área de controle de helicópteros. Se não conseguir, avisa a Torre Marte e segue pelas REA do setor de decolagem.

Jundiaí (SBJD). Os portões dependem da pista e do setor. Para quem sai, a Torre Jundiaí informa o sentido do fluxo; para quem chega, o APP:

Pista SBJD Setor Chegada Saída Transferência
18 Leste ESTÁDIO TREVO TRAVÉS JARINU, PEDÁGIO LEROY
18 Oeste JACARÉ JAPI JACARÉ, JAPI
36 Leste ESTÁDIO LAGOA ou TREVO TRAVÉS JARINU, PEDÁGIO LEROY
36 Oeste JACARÉ JAPI JACARÉ, JAPI
  • Saída pelo oeste: ELÓI → TRAVÉS SUL ITUPEVA → JAPI → ITU, a 3600 pés no máximo (obrigatório, por causa dos procedimentos IFR de SBJD e SBKP). A Torre Jundiaí presta informação até TRAVÉS SUL ITUPEVA.
  • Chegada pelo oeste: CABREÚVA → JACARÉ → NATURA → ELÓI, a 3800 pés no máximo (obrigatório). A Torre Jundiaí presta informação a partir de JACARÉ.
  • Os dois trechos aparecem na camada Corredores visuais (REA) do mapa, com a legenda SBJD.

São José dos Campos (SBSJ). Avião só entra na CTR São José para pousar, pelos portões CAÇAPAVA, REDENÇÃO, JACAREÍ e IGARATÁ. O cruzamento é obrigatoriamente pela MIKE (controlada) ou pela TANGO (não controlada). Helicópteros com destino dentro da CTR chamam a Torre São José em ERICSSON e UNIP; pela Via Dutra, pedem para cruzar o prolongamento da pista e, sem contato, aguardam em UNIP ou ERICSSON.

Taubaté (SBTA). A entrada na CTR Taubaté é por CAÇAPAVA ou PEDÁGIO DUTRA (MIKE) ou por REDENÇÃO (UNIFORM). Pelo sul, atenção à SBR 416 (treinamento militar): só com contato antecipado com a Torre Taubaté (119.900). Pelo norte, atenção às áreas de ensaio do IPEV e da Embraer.

Guaratinguetá (SBGW). Entrada na MIKE pelo portão CACHOEIRA com atenção: o procedimento IFR pode estar em uso, e o espaço controlado só com autorização prévia.

Sorocaba (SDCO). Com a Torre Sorocaba em operação, o setor oeste usa os portões LAGO e HOSPITAL (3 NM de largura, 4500 pés no máximo), conforme a pista; o setor leste usa INDUSTRIAL e RAPOSO:

Pista SDCO Leste Oeste: chegada Oeste: saída
19 INDUSTRIAL, RAPOSO LAGO HOSPITAL
01 INDUSTRIAL, RAPOSO HOSPITAL LAGO
  • A FIZ Sorocaba é classe G e o procedimento IFR de SDCO fica todo nela: cada aeronave provê a própria separação, inclusive em relação aos IFR. Helicópteros na REH RAPOSO entre CLUBE e HOSPITAL pedem autorização à Torre Sorocaba antes.

Plano Y e Z, entrada pelo alto e VFR especial

  • Avião em VFR não pousa nem decola em SBGR e SBSP. Em SBGR há exceção para militares e para aeronaves sem RNAV 1 quando os procedimentos convencionais estiverem indisponíveis.
  • Nas CTR Campinas, Jundiaí e Marte, avião só entra para pousar: o cruzamento é proibido. Helicóptero na CTR Campinas também, só para pousar em heliponto.
  • Plano Y (VFR para IFR): o ponto de mudança na TMA São Paulo 2 deve ser um dos pontos do limite lateral (DOM PEDRO, ATIBAIA, CABREÚVA, VARGEM GRANDE, RÉGIS ou PALMEIRAS). Se for na classe G, o VFR fica a 5000 pés no máximo até o APP autorizar a mudança, salvo nos corredores que sobem acima disso.
  • Plano Z saindo de SBMT, SBJD ou SBKP: a aeronave aguarda a autorização do APP para mudar para IFR.
  • Vindo da TMA Rio ou do litoral norte paulista acima de 5000 pés: o VFR chama o APP São Paulo pelo menos 5 minutos antes de entrar na São Paulo 1 (classe C), salvo se entrar pela ROMEO cumprindo as altitudes.
  • VFR especial em SBMT, SBKP, SBJD e SBSJ pode ser autorizado pelo APP, que fixa as condições.
  • Não são aceitos planos AFIL de aeródromos sem sala AIS na projeção da TMA: o plano deve ser apresentado antes da decolagem.
  • Treinamento IFR é proibido nas CTR Congonhas e Guarulhos e na TMA.

Espaço não controlado sob a TMA

  • QNH: do ATIS mais próximo, atualizado durante o voo. Sem ATIS, o APP dá o QNH em 129.500.
ATIS Frequência
SBSP 127.650
SBGR 127.750
SBMT 127.725
SBKP 127.825
SBSJ 127.925
SDCO 127.775
SBTA 127.575
  • FCA: na classe G, a coordenação entre aeronaves é feita nas frequências de coordenação (FCA) da região. A FCA de cada trecho de REA está na coluna Espaço · contato das tabelas de corredores.
FCA Frequência Onde
Norte 135.675 Norte e oeste da TMA
Sul 126.650 Sul e sudoeste da TMA
Litoral 122.925 Litoral, Serra do Mar e a parte não controlada do Vale do Paraíba
Helicóptero 127.350 Helicópteros dentro do Rodoanel, fora das áreas controladas
  • ATZ sem órgão ATS com FCA própria: Americana (SDAI) 135.025, Atibaia (SDTB) 126.250, Itanhaém (SDIM) 124.925, Paraty (SDTK) 126.025, Ubatuba (SDUB) 124.525 e Bonanza (SDBN) 120.775.
  • Na VATSIM as FCA não existem como posição: sem ATC on-line, o piloto usa a UNICOM 122.800. Com o APP on-line, o VFR na classe G pode pedir informação de voo em 129.500 (SBXP_V_APP ou quem o cobre).
  • Transponder. Sem código discreto do ATC, o avião usa o código do destino. Helicópteros entre localidades sem órgão ATS, na classe G, usam 0100.
Destino Código
SBJH (Catarina) 2010
SBMT (Campo de Marte) 2020
SBJD (Jundiaí) 2030
SBSJ (São José dos Campos) 2040
SBBP (Bragança Paulista) 2050
SDAM (Amarais) 2060
SDCO (Sorocaba) 2070
Demais 2000

Helicópteros (REH)

  • As REH formam a malha de helicópteros sob a TMA. São compulsórias nos trechos que cruzam as áreas controladas (ACLIMAÇÃO, ANHANGUERA NORTE, CONGONHAS, ESPRAIADA, ESTÁDIO, EXTERNO, FÁBRICA, FERNÃO, JUNDIAÍ, MARTE, MORUMBI, PINHEIROS, RAPOSO e TANCREDO). O traçado está nas cartas REH XP2-São Paulo 1 e 2, XP2-Campinas, XP1-São José dos Campos e XP1-Sorocaba. Todas as rotas, com altitudes e contato por trecho, estão na camada Rotas de helicópteros (REH) do mapa.
  • Helicóptero fora das REH nas CTR e ATZ controladas sai ou entra pela rota mais curta até a REH mais próxima, sem cruzar o alinhamento das pistas nem trajetórias IFR sem autorização do ATC.
  • Dentro do perímetro do Rodoanel, fora das áreas controladas, a coordenação é na Coordenação Helicóptero 127.350. Sobre a Rodovia Raposo Tavares usa-se a FCA Sul; sobre a Fernão Dias, a FCA Norte.
  • Na final da RWY 17 e na decolagem da RWY 35 de SBSP há a área de controle de helicópteros, com separação composta de 2,5 NM ou 500 pés. O SBSP_H_TWR (Controle Helicóptero, 118.350) atende esse tráfego.
  • Reportagens fora do comum, inspeção de linhas, voos panorâmicos e acompanhamento de eventos nas CTR São Paulo, Guarulhos, Campinas e Marte são coordenados antes com o Controle São Paulo. Treinamento de manobras elementares é proibido nas CTR São Paulo e Guarulhos.

Fraseologia

No contato, o piloto é breve e informa destinatário, matrícula, corredor, posição, altitude e proa9:

Controle São Paulo, PT-RMS, corredor ECHO, vertical DOM PEDRO, mantendo 4500 pés, proa TRAVÉS JARINU.
PT-RMS, Controle São Paulo, identificado. Prossiga no corredor ECHO, máximo 4500 pés, ajuste 1018. Reporte MORATO.
PT-RMS, prossiga via LIMA e DELTA para PERUS, mantenha 4300 pés. Reporte PEDREIRA.

Na posição de transferência:

PT-RMS, chame Torre Marte 133.350.

Helicóptero:

Torre São Paulo, PT-JBB, posição SÍRIO, 3300 pés, para cruzamento de leste para oeste na vertical do campo.

Na classe G, na FCA (UNICOM na VATSIM):

Coordenação, PP-OTA, vertical CEBOLÃO, 3200 pés, proa Marte.

Observações

  • São Paulo 1 é classe A entre FL145 e FL245 e classe C entre 5500 FT e FL145.
  • São Paulo 2 é a camada do Setor Visual (SBXP_V_APP, 129.500), de 3600 a 5500 pés sobre a região metropolitana: ver TMA São Paulo 2.
  • SBTA (Taubaté) é aeródromo do Exército; operações de terceiros dependem de autorização do comandante. SDCO (Sorocaba) e SBST (Santos) ficam em FIZs classe G.

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  1. Frequência no pacote de setores da VATSIM Brasil. ↩↩

  2. Cartas STAR e SID de SBGR, SBSP e SBKP no AISWEB (AIRAC 2508A1 a 2610A1). ↩↩↩

  3. Observações de uso das cartas SID RNAV de SBGR (no AIRAC 2610A1, a AKRER 3A). ↩

  4. AIP Brasil, AD 2 SBGR 2.20, itens 2.1, 4 e 5. ↩↩↩

  5. AIP Brasil, AD 2 SBGR 2.22, itens 1.1 e 1.2. ↩↩

  6. AIP Brasil, AD 2 SBSP 2.22, procedimentos especiais ATC. ↩

  7. AIP Brasil, AD 2 SBKP 2.22 e AD 2 SBSJ 2.22. ↩↩

  8. AIP Brasil, ENR 2.1, TMA São Paulo, setores 01 e 02. ↩

  9. AIC N 29/26, itens 3 a 6 e Anexos A e C; cartas CCV REA XP1 e XP2-São Paulo. ↩↩↩