SBSV - Salvador
Dados Gerais
| Informações | |
|---|---|
| Nome do aeródromo | Salvador - Deputado Luís Eduardo Magalhães |
| Tipo de Operação | Internacional, Público e Militar |
| Altitude de transição | 10000 pés7 |
| Elevação | 66 pés (20 m) |
| Maior aeronave | Wide-bodies (código 4E) na 10/28; código 4C na 17/35 |
| Espaço aéreo | CTR Salvador, classe C, GND/3500 pés7 |
| Aceita A380? |
Informações Úteis
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Pistas
Sistema de pistas
SBSV tem duas pistas que não se cruzam: a principal 10/28 (3003 m), com a TWY A paralela ao sul, e a 17/35 (1518 m), a oeste, com a TWY M paralela a leste. O AIP não define pista preferencial: a 10/28 é usada no sentido do vento.
-
Principal:
10/28
3003 × 45 m. ILS nas duas cabeceiras, ambas deslocadas em 120 m. Recebe até o código 4E.
-
Secundária:
17/35
1518 × 45 m, sem aproximação de precisão. Durante a HIRO, é a pista preferencial de decolagem das aeronaves de categoria A e B6.
Pista 17/35
- A 35 não recebe pousos de jatos ou aeronaves de desempenho superior1.
Dados das pistas
| Pista | Dimensões | TORA | LDA | Aproximação | Observações |
|---|---|---|---|---|---|
| 10 | 3003 × 45 m | 2883 m | 2763 m | ILS | Cabeceira deslocada (120 m); zona livre de obstáculos de 300 m |
| 28 | 3003 × 45 m | 2883 m | 2763 m | ILS CAT I | Cabeceira deslocada (120 m) |
| 17 | 1518 × 45 m | 1518 m | 1518 m | RNP | Código 4C |
| 35 | 1518 × 45 m | 1518 m | 1518 m | Visual | Sem pouso de jatos |
Órgãos ATC
| Código | Abrev. | Indicativo de Chamada | Frequência | Observações |
|---|---|---|---|---|
| SBSV_ATIS | ASV | Informações Salvador | 127.750 | D-ATIS |
| SBSV_DEL | DSV | Tráfego Salvador | 121.100 | DCL (código SBSV) |
| SBSV_GND | GSV | Solo Salvador | 121.900 | |
| SBSV_TWR | TSV | Torre Salvador | 118.300 |
DCL
O SBSV tem DCL (autorização de tráfego por enlace de dados)2. Na rede, a estação usa o código SBSV.
| Código da estação | SBSV |
| Quem opera | SBSV_DEL. Sem DEL, a posição que assume a autorização em top-down (GND, TWR, APP ou ACC) |
| Ferramenta do controlador | Janela de DCL do TopSky, com o código pessoal do Hoppie ACARS |
| Ferramenta do piloto | ACARS da aeronave ou cliente compatível com Hoppie, enviando o pedido de autorização para SBSV |
Como funciona:
- O piloto envia o pedido (RCD) para
SBSV, com posição de estacionamento e letra do ATIS. - O controlador confere o plano e responde com a autorização: limite, pista, SID, código transponder, letra do ATIS e próxima frequência.
- O piloto aceita (
WILCO/ACCEPT). A autorização está cotada e não há cotejamento por voz. - Com a autorização aceita, o piloto chama o Solo para acionamento ou pushback.
Configuração do controlador
- Faça login no DCL do TopSky com o código
SBSVantes de abrir a posição. - Anuncie no controller information:
DCL AVBL LOGON SBSV. - Pedido com erro (plano inválido, SID errada, sem ATIS) volta como REVERT TO VOICE: o piloto chama o Tráfego na frequência.
- Se o piloto não aceitar em tempo razoável, considere a autorização não entregue e chame por voz.
Áreas de responsabilidade
| Posição | Responsável por |
|---|---|
| GND | Pátios 1 a 6, TWY A, K, M e as ligações até o ponto de espera |
| TWR | As duas pistas e as TWY dentro dos pontos de espera |
- SBSV não tem Pátio (APRON): o Solo cuida de todos os pátios.
- Saída: o Solo transfere para a Torre antes do ponto de espera. O piloto chega ao ponto de espera pronto para decolar; se não estiver, avisa o Solo5.
- Chegada: depois de livrar a pista, a Torre transfere para o Solo.
Fluxo de solo
Regra geral
- TWY A acompanha a 10/28 pelo sul, da C (cabeceira 10) até a G (cabeceira 28). K corre paralela à A entre o pátio 1 e a D, junto ao pátio 3.
- J1 a J4 são as pistas de táxi do pátio 1. A J1 liga o pátio à A e à C.
- H e H1 ligam a 10/28 aos pátios militares 2 e 6, ao norte.
- M acompanha a 17/35 pelo leste. N, R, Q, P e L ligam a 17/35 aos pátios 4 e 5 e à M.
- Decolagens (10): J1, A e C. A C é a entrada padrão; pela B, só com coordenação com o Solo, e a aeronave pode perder a vez6.
- Turboélices: decolam da interseção D ou H, salvo instrução diferente5.
- Pousos (10): livram pela F e seguem pela A até o pátio 1. Turboélices e aeronaves a pistão podem livrar pela D4.
Exemplo: GLO1234, táxi para o ponto de espera da pista 10 via J1, A, C.
- Decolagens (28): A para leste até a G.
- Pousos (28): livram pela D4 e seguem pela K até o pátio 1. A D é limitada a 36 m de envergadura: acima disso, livram no fim da pista, pela C.
Exemplo: AZU4321, táxi para o ponto de espera da pista 28 via A, G.
Saídas de pista
O piloto deve livrar a pista no menor tempo de ocupação de pista (MROT), escolhendo uma saída exequível antes de parar4.
| Pista | Saídas |
|---|---|
| 10 | D (~1040 m, turboélices e pistão), E (~1390 m) ou F (~1960 m) |
| 28 | F (~690 m, turboélices), E (~1240 m) ou D (~1730 m, até 36 m de envergadura) |
Distância aproximada da cabeceira até a saída. D e F na 10 e D na 28: AIP; as demais, medidas no diagrama.
Restrições de táxi
| Restrição | Onde |
|---|---|
| Envergadura máxima de 36 m | TWY D e L3 |
| Velocidade máxima de 8 kt | TWY J23 |
Hotspot
HP, na C e na J1, junto à cabeceira 10: o ponto de espera demarcado não forma 90° com a pista, e o piloto pode achar que há outro ponto de espera à frente. Risco de incursão na pista: confirme que a aeronave para no ponto de espera.
Pontos de decolagem
| Pista | Ponto | TORA | Quem usa |
|---|---|---|---|
| 10 | C | 2776 m | Jatos (entrada padrão)5 |
| 10 | B (início da pista) | 2883 m | Com coordenação com o Solo durante a HIRO6 |
| 10 | D ou H | 1848 m | Turboélices5 |
| 28 | G | 2883 m | Todos |
| 17 ou 35 | Cabeceira | 1518 m | Categoria A e B durante a HIRO6 |
- O piloto chega ao ponto de espera pronto para decolar; se não estiver, avisa o Solo5.
- Alinhamento imediato quando autorizado, e corrida iniciada em até 10 segundos após a autorização de decolagem5.
- Após decolar, chamar o APP imediatamente só com
CONTROLE SALVADOR, [INDICATIVO], sem informação adicional5. - Turboélices e aeronaves a pistão aguardam vetoração ou autorização direto a um waypoint logo após a decolagem5.
- Quem não puder decolar da interseção avisa o Solo6.
HIRO
A HIRO (operação de pista de alta intensidade) reduz o tempo de ocupação de pista para encurtar a separação na final, entre decolagens e entre pousos e decolagens6.
| Horário | 1300–1500, 1600–1830 e 2000–2100 UTC. O ATC pode mudar conforme a demanda; o horário vai no ATIS |
| Velocidade na aproximação | 170 a 150 kt IAS a 5 NM da cabeceira. Velocidades atribuídas pelo ATC são obrigatórias |
| Pouso na 10 | Livrar pela D, E ou F (868, 1169 e 1651 m da cabeceira 10). Se não puder, avisar o APP ou a Torre no primeiro contato |
| Decolagem da 10 | Entrada padrão pela C (2594 m até a cabeceira 28, medidos com a aeronave alinhada). Pela B (2767 m), só com coordenação. Interseção D: 1645 m |
| Categorias A e B | Decolam da 17/35. Da 10/28, só militares saindo dos pátios 2 e 6, aeronaves com prioridade, em IMC ou por necessidade da Torre |
Pátios e companhias
Referência para a simulação. As posições seguem as cartas PDC; as companhias seguem a lista de companhias do aeroporto na Wikipedia. A divisão entre posições é uma simplificação, não a alocação oficial do aeroporto. VAs usam as posições da companhia real que representam.










Aviação geral e helicópteros.
Logos obtidas da GRU Airport. As marcas pertencem às respectivas companhias.
Outros procedimentos
- Observar a VAC para entrar e sair do circuito de tráfego e a AIC de corredores visuais da TMA Salvador8.
Diagramas desenhados pela VATSIM Brasil sobre a geometria do OpenStreetMap (ODbL), conferida com as cartas ADC e PDC SBSV. Não use para navegação real. Fonte normativa: AIP Brasil, AD 2 SBSV, AMDT 2610A1.
-
AIP Brasil, AD 2 SBSV 2.20, item 6. Distâncias declaradas: AD 2.13. ↩
-
AIP Brasil, AD 2 SBSV 2.8 e carta ADC. Hotspot: carta ADC. ↩↩
-
AIP Brasil, AD 2 SBSV 2.17 e cartas IAC. ↩↩