SBRF - Recife
Dados Gerais
| Informações | |
|---|---|
| Nome do aeródromo | Recife - Guararapes / Gilberto Freyre |
| Tipo de Operação | Internacional, Público e Militar |
| Altitude de transição | 4000 pés |
| Elevação | 33 pés (10 m) |
| Maior aeronave | Wide-bodies (código 4E); B747-8F com autorização especial1 |
| Espaço aéreo | CTR Recife, classe C, GND/3500 pés8 |
| Aceita A380? |
Informações Úteis
Selecione uma das ferramentas nas abas acima (Cartas, Meteorologia ou Tráfego) para acessar as informações do aeródromo.
Pistas
Sistema preferencial de pistas
SBRF tem uma pista, a 18/36 (2937 × 45 m, asfalto). A pista de táxi M acompanha a pista pelo lado leste, junto ao terminal; K e D acompanham pelo lado oeste, junto à área militar.
-
Preferencial:
18
Pousos e decolagens. ILS na 18. Cabeceira deslocada em 186 m.
-
Alternativa:
36
Só aproximações de não precisão (RNP e VOR). Usada quando o vento não permite a 18.
Sistema preferencial
Com componente de vento de cauda de até 7 kt e pista seca, a pista em uso é a 183.
Com a 18 em uso e vento de cauda, o piloto que pedir a 36 deve contar com atraso no pouso ou na decolagem3.
Dados das pistas
| Pista | Dimensões | TORA | LDA | Aproximação | Observações |
|---|---|---|---|---|---|
| 18 | 2937 × 45 m | 2937 m | 2751 m | ILS CAT I | Cabeceira deslocada (186 m) |
| 36 | 2937 × 45 m | 2751 m | 2751 m | Não precisão |
- Na 18, aeronaves de código 4C ou maior podem usar o trecho antes da cabeceira deslocada na corrida de decolagem, exceto o B747-8F11.
- Giro de 180° de aeronaves do porte do Fokker 100, B737 ou maiores só nas cabeceiras2.
- O AD recebe aeronaves até o código 4E. O B747-8F opera com autorização especial1.
Órgãos ATC
| Código | Abrev. | Indicativo de Chamada | Frequência | Observações |
|---|---|---|---|---|
| SBRF_ATIS | ARF | Informações Recife | 127.650 | D-ATIS |
| SBRF_DEL | DRF | Tráfego Recife | 118.900 | DCL (código SBRF) |
| SBRF_GND | GRF | Solo Recife | 121.850 | |
| SBRF_TWR | TRF | Torre Recife | 118.350 |
DCL
O SBRF tem DCL (autorização de tráfego por enlace de dados)4. Na rede, a estação usa o código SBRF. Aeronaves equipadas devem pedir a autorização pelo DCL7.
| Código da estação | SBRF |
| Quem opera | SBRF_DEL. Sem DEL, a posição que assume a autorização em top-down (GND, TWR, APP ou ACC) |
| Ferramenta do controlador | Janela de DCL do TopSky, com o código pessoal do Hoppie ACARS |
| Ferramenta do piloto | ACARS da aeronave ou cliente compatível com Hoppie, enviando o pedido de autorização para SBRF |
Como funciona:
- O piloto envia o pedido (RCD) para
SBRF, com posição de estacionamento e letra do ATIS. - O controlador confere o plano e responde com a autorização: limite, pista, SID, código transponder, letra do ATIS e próxima frequência.
- O piloto aceita (
WILCO/ACCEPT). A autorização está cotada e não há cotejamento por voz. - Com a autorização aceita, o piloto chama o Solo para acionamento ou pushback.
Configuração do controlador
- Faça login no DCL do TopSky com o código
SBRFantes de abrir a posição. - Anuncie no controller information:
DCL AVBL LOGON SBRF. - Pedido com erro (plano inválido, SID errada, sem ATIS) volta como REVERT TO VOICE: o piloto chama o Tráfego na frequência.
- Se o piloto não aceitar em tempo razoável, considere a autorização não entregue e chame por voz.
Áreas de responsabilidade
| Posição | Responsável por |
|---|---|
| GND | Pátios 1 a 4, área dos hangares, TWY M, K, D e as ligações até o ponto de espera |
| TWR | A pista 18/36 e as TWY dentro dos pontos de espera |
- SBRF não tem Pátio (APRON): o Solo cuida de todos os pátios.
- Saída: o Solo transfere para a Torre antes do ponto de espera. O piloto chega ao ponto de espera pronto para decolar; se não estiver, avisa o Solo7.
- Chegada: depois de livrar a pista, a Torre transfere para o Solo.
Fluxo de solo
Regra geral
- TWY M acompanha a pista pelo leste, liga os pátios 1 e 2 às duas cabeceiras e chega à 36 pela C.
- K e D acompanham a pista pelo oeste e ligam os pátios 3 e 4 e a área dos hangares (pela W) às duas cabeceiras.
- B e L cruzam do lado leste para a pista; J, G, F e E, do lado oeste.
- Aeronaves acima de 40 t saem da posição com pushback5.
- Decolagens (18): M para o norte até o início da pista.
- Turboélices e código A/B: decolam das interseções B (pelo leste) ou G e J (pelo oeste), salvo instrução diferente. O código C pode pedir a interseção7.
- Pousos (18): livram pela L e seguem pela M até o pátio 2. Para os pátios do lado oeste, pela E e pela K. Turboélices podem livrar pela B.
Exemplo: AZU4321, táxi para o ponto de espera da pista 18 via M.
- Decolagens (36): M para o sul e C até a cabeceira 36. Dos pátios do lado oeste, K e D.
- Pousos (36): livram pela B e voltam pela M até o pátio 2. Para os pátios do lado oeste, pela G e pela K.
Exemplo: GLO1234, táxi para o ponto de espera da pista 36 via M, C.
Saídas de pista
O piloto deve livrar a pista no menor tempo de ocupação de pista (MROT)7.
| Pista | Saídas |
|---|---|
| 18 | B (~990 m, turboélices), L ou E (~1870 m) |
| 36 | L ou E (~720 m, turboélices), B (~1600 m), G (~1690 m) ou J (~2200 m) |
Distância aproximada da cabeceira até a saída. B e L: AIP; as demais, medidas no diagrama.
Restrições de táxi
| Restrição | Onde |
|---|---|
| Envergadura máxima de 36 m | TWY G e K6 |
| Envergadura abaixo de 24 m | TWY N6 |
| Envergadura abaixo de 15 m | TWY P6 |
| Em IMC | Proibido operar ao mesmo tempo aeronaves com envergadura de 36 m ou mais na pista e nas TWY M, D e K2 |
Pontos de decolagem
| Pista | Ponto | TORA | Quem usa |
|---|---|---|---|
| 18 | M (início da pista) | 2937 m | Jatos |
| 18 | B | 1609 m | Turboélices e código A/B, pelo lado leste7 |
| 18 | G | 1703 m | Turboélices e código A/B, pelo lado oeste7 |
| 18 | J | 2186 m | Turboélices e código A/B, pelo lado oeste7 |
| 36 | C ou D (cabeceira) | 2751 m | Todos |
- Quem não puder decolar da interseção avisa ao pedir a autorização do plano de voo7.
- O piloto chega ao ponto de espera pronto para decolar; se não estiver, avisa o Solo7.
- Alinhamento imediato quando autorizado, e corrida iniciada em até 10 segundos após a autorização de decolagem7.
- Após decolar, chamar o APP imediatamente só com
CONTROLE RECIFE, [INDICATIVO], sem informação adicional7. - Turboélices e aeronaves a pistão aguardam vetoração ou autorização direto a um waypoint logo após a decolagem7.
HIRO
A HIRO (operação de pista de alta intensidade) reduz o tempo de ocupação de pista para encurtar a separação na final, entre decolagens e entre pousos e decolagens7.
| Horário | 1000–1200, 1330–1600 e 1830–2030 UTC. O ATC pode mudar conforme a demanda; o horário vai no ATIS |
| Velocidade na aproximação | 170 a 150 kt a 5 NM da cabeceira. Velocidades atribuídas pelo ATC são obrigatórias |
| Pouso | Livrar a pista completamente antes de parar, pela saída rápida prevista: B ou L. Se não puder, avisar o APP ou a Torre |
| Decolagem | Pedido pelo DCL; turboélices e código A/B decolam das interseções B, G ou J |
Pátios e companhias
Referência para a simulação. As posições seguem as cartas PDC; as companhias seguem a lista de companhias do aeroporto na Wikipedia. A divisão entre posições é uma simplificação, não a alocação oficial do aeroporto. VAs usam as posições da companhia real que representam.










Qualquer companhia, conforme a disponibilidade e a envergadura.
Aviação geral e executiva.
Aeronaves em manutenção.
Logos obtidas da GRU Airport. As marcas pertencem às respectivas companhias.
Outros procedimentos
- Observar a VAC para entrar e sair do circuito de tráfego10.
- Helicópteros em circuito VFR: setor noroeste, altitude mínima 800 pés9.
Diagramas desenhados pela VATSIM Brasil sobre a geometria do OpenStreetMap (ODbL), conferida com as cartas ADC e PDC SBRF. Não use para navegação real. Fonte normativa: AIP Brasil, AD 2 SBRF, AMDT 2610A1.
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AIP Brasil, AD 2 SBRF 2.20, item 10. Distâncias declaradas: AD 2.13. ↩↩
-
AIP Brasil, AD 2 SBRF 2.8 e carta ADC. ↩↩↩