Ir para o conteúdo

SBPA - Porto Alegre

Dados Gerais

Informações
Nome do aeródromo Porto Alegre - Salgado Filho
Tipo de Operação Internacional e Público
Altitude de transição 10000 pés
Elevação 30 pés (9 m)

Informações Úteis

Selecione uma das ferramentas nas abas acima (Cartas, Meteorologia ou Tráfego) para acessar as informações do aeródromo.

Carregando o METAR...
Carregando o TAF...

Pistas

Pista Preferencial ILS Circuito
11 - Padrão
29 - Padrão

Órgãos ATC

Código Abrev. Indicativo de Chamada Frequência Observações
SBPA_DEL DPA Tráfego Palegre 122.150 DCL
SBPA_GND GPA Solo Palegre 121.900
SBPA_TWR TPA Torre Palegre 118.100
SBPA_ATIS APA ATIS 132.350

Operações

Decolagens

  • Os pilotos devem programar o táxi de forma a decolar ao chegar ao ponto de espera. Caso contrário, informar ao controle de solo.
  • O alinhamento deve ser imediato assim que autorizado.
  • Iniciar a corrida de decolagem imediatamente após autorizado (tempo máximo de reação esperado: 10 segundos).
  • Após a decolagem e a transferência da TWR, efetuar imediatamente a chamada inicial ao APP Porto Alegre, a fim de obter instruções para livrar o eixo da pista de decolagem.
  • A chamada inicial ao APP após a decolagem deverá ser imediata e observar somente o seguinte padrão: CONTROLE PALEGRE [CALLSIGN]. Não incluir qualquer informação adicional ao mencionado padrão.
  • Exceto quando instruído diferentemente, o piloto deverá configurar a ACFT para decolar das seguintes intersecções, a fim de garantir o MROT:
    • RWY 11:
      • TWY A / J: TORA disponível até a THR 29: 3200 m
      • TWY C: TORA disponível até a THR 29: 2627 m
    • RWY 29:
      • TWY E: TORA disponível até a THR 11: 1994 m
      • TWY F: TORA disponível até a THR 11: 1507 m
      • Primeira área de giro: TORA disponível até a THR 11: 2280 m
  • Decolagens da RWY 11 deverão, preferencialmente, ser realizadas pela TWY A / J (pavimento rígido). A utilização da TWY C somente será AUTH nos horários de operação HIRO, mediante COORD prévia com o controle de solo, podendo ser preterida conforme o planejamento ATC.
  • Decolagens da RWY 29 deverão ocorrer a partir da intersecção com a TWY E. Caso não seja possível, o piloto deve informar no momento da solicitação da autorização do plano de voo.
  • Quando AUTH a decolar das intersecções C, E e F (pavimento flexível), o ingresso deve seguir a yellow line, evitando curvar sobre o próprio eixo.

Aproximações e Pousos

  • Durante o HIRO, ACFT de códigos de referência A, B e C e voos regulares comerciais devem manter entre 140KT e 170KT IAS entre o IF e o FAF dos procedimentos de aproximação por instrumentos. As velocidades atribuídas pelo ATC são obrigatórias.
  • Os pilotos devem livrar a pista completamente na velocidade mais rápida permitida pelos procedimentos operacionais padronizados, antes de desacelerar para a velocidade de táxi, permitindo que o ATC aplique a separação mínima na aproximação final. A frenagem deve ser gerenciada para que o deslocamento até a TWY de saída não seja feito em velocidade baixa.
  • Saídas de pista previstas:
    • RWY 11:
      • TWY F: 1502 m da THR 11
      • TWY E: 1994 m da THR 11
      • Backtrack: realizar na 1ª área de giro
    • RWY 29:
      • TWY C: 2627 m da THR 29
  • Caso seja necessário livrar a pista por outra TWY, realizar backtrack, ou a ACFT não esteja configurada para as saídas acima, informar ao APP Porto Alegre ou à TWR no primeiro contato, de preferência no FAF.
  • Não confundir a iluminação da RWY 11 com a da Av. Sertório, paralela e a 900M (0,5NM) à direita da pista.
  • ACFT na APCH final para a RWY 29: não confundir com a APCH para a RWY 31 do AD de Canoas, à direita da trajetória.

Regulamentos do Aeródromo

  • As Operações de Pista de Alta Intensidade (HIRO) são aplicadas entre 0800-0000 UTC. O horário de aplicação é informado via ATIS e pode ser alterado pelo ATC em função da demanda. Os pilotos devem ajustar o pouso e a decolagem de modo a garantir o Tempo Mínimo de Ocupação de Pista (MROT).
  • O AD pode ser utilizado regularmente por quaisquer ACFT compatíveis com o RCD 4E ou inferior.
  • OBS VAC para entrada ou saída do circuito de TFC.
  • OBS as áreas perigosas SBD 578 e SBD 579 (obstáculos Porto Alegre 1 e 2) para procedimentos de contingência e circulação VMC a baixa altitude nas proximidades do AD.
  • Há restrição às seguintes classes e tipos de ACFT:
    • ACFT WO EQPT RDO;
    • GLD;
    • ACFT WO transponder ou com falha neste EQPT;
    • FLT de ultraleves motorizados.
  • Há restrição aos seguintes serviços aéreos:
    • Lançamento de objetos ou pulverização;
    • Reboque de ACFT;
    • Lançamento de paraquedas;
    • FLT acrobático.
  • PRB a apresentação de PLN simplificado via radiotelefonia para a TWR.
  • Não serão aceitos pelo APP Porto Alegre PLN AFIL de ACFT decolando de AD desprovidos de órgão ATS situados dentro da CTR e/ou TMA Porto Alegre e de suas projeções laterais.

Pátios e Pistas de Taxi

  • OPS com cautela devido à falta de visibilidade pela TWR.
  • TWY H: OPS sob restrição visual da TWR.
  • TWY L CLSD BTN TWY K e TWY G devido à área de proteção da antena do glide slope.
  • TWY P: velocidade máxima LTD a 8KT.
  • Pátios 1 e 2: ACFT com envergadura superior a 16M somente com pushback e barra de reboque, pois não há posição com saída por meios próprios.
  • Pátio 3 (envergadura até 16M): ACFT devem ser amarradas às argolas existentes.
  • PRB teste de motores após 0300.

Posições de Parada

Pátio Posições Classificação
1 ANY Doméstico / Internacional
2 ANY Doméstico / Internacional
3 ANY Aviação Geral e Executiva