SBCF - Confins
Dados Gerais
| Informações | |
|---|---|
| Nome do aeródromo | Belo Horizonte - Confins - Tancredo Neves |
| Tipo de Operação | Internacional e Público |
| Altitude de transição | 8000 pés9 |
| Elevação | 2721 pés (829 m) |
| Maior aeronave | Wide-bodies (código 4E)1 |
| Espaço aéreo | CTR Confins, classe D, GND/5500 pés9 |
| Aceita A380? |
Informações Úteis
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Pistas
Sistema preferencial de pistas
SBCF tem uma pista, a 16/34 (3600 × 45 m, asfalto). A A acompanha a pista pelo leste, entre ela e os pátios, de ponta a ponta.
-
Preferencial:
16
Pousos e decolagens. ILS CAT I.
-
Alternativa:
34
Usada quando o vento não permite a 16. ILS CAT I.
Sistema preferencial
Com componente de vento de cauda de até 7 kt e pista seca, a pista em uso é a 163.
Com a 16 em uso e vento de cauda, o piloto que pedir a 34 deve contar com atraso no pouso ou na decolagem3.
Dados das pistas
| Pista | Dimensões | TORA | LDA | Aproximação | Observações |
|---|---|---|---|---|---|
| 16 | 3600 × 45 m | 3600 m | 3600 m | ILS CAT I | CWY de 300 m |
| 34 | 3600 × 45 m | 3600 m | 3600 m | ILS CAT I | CWY de 1400 m |
- O AD recebe aeronaves até o código 4E1.
- Giro de 180° de aeronaves de código C, D e E só nas cabeceiras2.
- Na aproximação para a 34, não confundir com o aeródromo de Lagoa Santa (SBLS), à direita da trajetória11.
Órgãos ATC
| Código | Abrev. | Indicativo de Chamada | Frequência | Observações |
|---|---|---|---|---|
| SBCF_ATIS | ACF | Informações Confins | 127.850 | D-ATIS |
| SBCF_DEL | DCF | Tráfego Confins | 121.000 | DCL (código SBCF) |
| SBCF_GND | GCF | Solo Confins | 121.900 | |
| SBCF_TWR | TCF | Torre Confins | 118.200 |
DCL
O SBCF tem DCL (autorização de tráfego por enlace de dados)4. Na rede, a estação usa o código SBCF. Aeronaves equipadas devem pedir a autorização pelo DCL8.
| Código da estação | SBCF |
| Quem opera | SBCF_DEL. Sem DEL, a posição que assume a autorização em top-down (GND, TWR, APP ou ACC) |
| Ferramenta do controlador | Janela de DCL do TopSky, com o código pessoal do Hoppie ACARS |
| Ferramenta do piloto | ACARS da aeronave ou cliente compatível com Hoppie, enviando o pedido de autorização para SBCF |
Como funciona:
- O piloto envia o pedido (RCD) para
SBCF, com posição de estacionamento e letra do ATIS. - O controlador confere o plano e responde com a autorização: limite, pista, SID, código transponder, letra do ATIS e próxima frequência.
- O piloto aceita (
WILCO/ACCEPT). A autorização está cotada e não há cotejamento por voz. - Com a autorização aceita, o piloto chama o Solo para acionamento ou pushback.
Configuração do controlador
- Faça login no DCL do TopSky com o código
SBCFantes de abrir a posição. - Anuncie no controller information:
DCL AVBL LOGON SBCF. - Pedido com erro (plano inválido, SID errada, sem ATIS) volta como REVERT TO VOICE: o piloto chama o Tráfego na frequência.
- Se o piloto não aceitar em tempo razoável, considere a autorização não entregue e chame por voz.
Áreas de responsabilidade
| Posição | Responsável por |
|---|---|
| GND | Pátios 1 a 4, TWY A e as ligações até o ponto de espera |
| TWR | A pista 16/34 e as TWY dentro dos pontos de espera |
- SBCF não tem Pátio (APRON): o Solo cuida de todos os pátios.
- Saída: o Solo transfere para a Torre antes do ponto de espera. O piloto chega ao ponto de espera pronto para decolar; se não estiver, avisa o Solo8.
- Chegada: depois de livrar a pista, a Torre transfere para o Solo.
Fluxo de solo
Regra geral
- TWY A acompanha a pista pelo leste e chega às duas cabeceiras: pela B na 16 e pela P (ou N) na 34.
- C2 liga o pátio 2 à A; F2 liga o pátio 1. C1 e F1 são as saídas rápidas.
- R, S e T correm pelos pátios 1 e 2, em frente aos terminais; a E corta entre as posições remotas.
- J, L e M ligam o pátio 3 (cargas) à A. A Q entre os pátios 3 e 4 está fechada6.
- Envergadura de 17 m ou mais, a pistão ou a jato: saída da posição com pushback5.
- Decolagens (16): A para o norte até a B (cabeceira 16).
- Código A/B: decola da C1 (TORA 2720 m)8.
- Pousos (16): livram pela F1 (~1765 m) e seguem pela F2 até o pátio 17.
Exemplo: GLO1234, táxi para o ponto de espera da pista 16 via A, B.
- Decolagens (34): A para o sul até a P (cabeceira 34).
- Código A/B: decola da H (TORA 2987 m)8.
- Pousos (34): livram pela C1 (~2700 m) e seguem pela C2 até o pátio 27.
Exemplo: AZU4321, táxi para o ponto de espera da pista 34 via A, P.
Saídas de pista
O piloto deve livrar a pista completamente antes de parar, pela saída indicada, ou avisar o APP ou a Torre se não puder usá-la7.
| Pista | Saídas |
|---|---|
| 16 | F1 (1765 m), H (~2950 m) ou N/P (fim) |
| 34 | H (~650 m, aeronaves leves), C1 (2700 m) ou B (fim) |
Distância aproximada da cabeceira até a saída. F1 e C1: AIP; as demais, medidas no diagrama.
Restrições de táxi
| Restrição | Onde |
|---|---|
| TWY Q fechada | Entre os pátios 3 e 46 |
| Giro de 180° | Código C, D e E só nas cabeceiras2 |
| Pushback obrigatório | Envergadura de 17 m ou mais, a pistão ou a jato, em qualquer posição5 |
| Saída por meios próprios | Posições 216 a 225: envergadura até 14,99 m e o C208, com giro de 180° para a esquerda; de 15 a 17 m (só 216 a 224), com a posição ao lado livre5 |
Pontos de decolagem
| Pista | Ponto | TORA | Quem usa |
|---|---|---|---|
| 16 | B (cabeceira) | 3600 m | Código C ou maior |
| 16 | C1 | 2720 m | Código A e B8 |
| 34 | P (cabeceira) | 3600 m | Código C ou maior |
| 34 | H | 2987 m | Código A e B8 |
- Código A e B decola da interseção. Quem não puder avisa ao pedir a autorização do plano de voo. Código C ou maior pode pedir a interseção ou ser instruído pela Torre8.
- O piloto chega ao ponto de espera pronto para decolar; alinhamento imediato e corrida iniciada em até 10 segundos após a autorização8.
- A Torre não informa a hora da decolagem; a frequência do próximo órgão vem com a autorização de decolagem8.
- Só quando instruído pela Torre, chamar o APP logo após decolar, apenas com
CONTROLE BELO HORIZONTE, [INDICATIVO]8. - Turboélices e aeronaves a pistão aguardam vetoração ou autorização direto a um waypoint logo após a decolagem8.
HIRO
A HIRO (operação de pista de alta intensidade) reduz o tempo de ocupação de pista para encurtar a separação na final, entre decolagens e entre pousos e decolagens7.
| Ativação | Informada no ATIS; só em condições visuais e com pista seca |
| Velocidade na aproximação | 170 a 150 kt a 5 NM da cabeceira; reduzir para a final só depois da 5ª milha. Velocidades atribuídas pelo ATC são obrigatórias |
| Pouso | Livrar a pista completamente antes de parar: F1 na 16, C1 na 34. Se não puder, avisar o APP ou a Torre |
| Decolagem | Pedido pelo DCL; código A e B pela C1 (16) ou pela H (34) |
Pátios e companhias
Referência para a simulação. As posições seguem as cartas PDC; as companhias seguem a lista de companhias do aeroporto na Wikipedia. A divisão entre posições é uma simplificação, não a alocação oficial do aeroporto. VAs usam as posições da companhia real que representam.








Cargueiros.

- Aviação geral de pequeno porte usa as remotas 216 a 225 do pátio 25.
Logos obtidas da GRU Airport. As marcas pertencem às respectivas companhias.
Outros procedimentos
- Observar a VAC para entrar e sair do circuito de tráfego10.
- Há operação simultânea de aviões e helicópteros no setor ECHO, na rampa de decolagem da 16 e na aproximação da 3410.
Diagramas desenhados pela VATSIM Brasil sobre a geometria do OpenStreetMap (ODbL), conferida com as cartas ADC e PDC SBCF. Não use para navegação real. Fonte normativa: AIP Brasil, AD 2 SBCF, AMDT 2610A1.
-
AIP Brasil, AD 2 SBCF 2.20, item 10. Distâncias declaradas: AD 2.13. ↩↩
-
AIP Brasil, AD 2 SBCF 2.8 e carta ADC. ↩↩
-
AIP Brasil, AD 2 SBCF 2.17 e cartas IAC. ↩↩