SBBR - Brasília
Dados Gerais
| Informações | |
|---|---|
| Nome do aeródromo | Brasília - Presidente Juscelino Kubitschek |
| Tipo de Operação | Internacional, Público e Militar |
| Altitude de transição | 10000 pés5 |
| Elevação | 3498 pés (1066 m) |
| Maior aeronave | Wide-bodies (código 4E) |
| Espaço aéreo | CTR Brasília, classe C, GND/6500 pés5 |
| Aceita A380? |
Informações Úteis
Selecione uma das ferramentas nas abas acima (Cartas, Meteorologia ou Tráfego) para acessar as informações do aeródromo.
Pistas
Sistema preferencial de pistas
SBBR tem duas pistas paralelas, defasadas: a 11L/29R (3200 × 45 m), ao norte, e a 11R/29L (3300 × 45 m), ao sul. O terminal fica entre as duas. A H acompanha a 11L/29R pelo sul e a U acompanha a 11R/29L pelo norte. As quatro cabeceiras têm ILS CAT I.
Sistema preferencial
Com componente de vento de cauda de até 7 kt e pista seca, as pistas em uso são a 11L e a 11R1.
Com 11L/11R em uso e vento de cauda, o piloto que pedir 29R/29L deve contar com atraso no pouso ou na decolagem1.
Picos de decolagem
Dados das pistas
| Pista | Dimensões | TORA | LDA | Aproximação | Observações |
|---|---|---|---|---|---|
| 11L | 3200 × 45 m | 3050 m | 3050 m | ILS CAT I | ALSF-1 e PAPI |
| 29R | 3200 × 45 m | 3200 m | 3050 m | ILS CAT I | MALSF e PAPI. Cabeceira deslocada (150 m) |
| 11R | 3300 × 45 m | 3150 m | 3150 m | ILS CAT I | ALSF-1 e PAPI |
| 29L | 3300 × 45 m | 3300 m | 3150 m | ILS CAT I | ALSF-1 e PAPI. Cabeceira deslocada (150 m) |
- As operações paralelas simultâneas independentes seguem a AIC específica de SBBR1.
Órgãos ATC
| Código | Abrev. | Indicativo de Chamada | Frequência | Observações |
|---|---|---|---|---|
| SBBR_ATIS | ABR | Informações Brasília | 127.800 | D-ATIS |
| SBBR_DEL | DBR | Tráfego Brasília | 121.000 | DCL (código SBBR) |
| SBBR_GND | GBR | Solo Brasília | 121.800 | |
| SBBR_TWR | TBR | Torre Brasília | 118.100 | Torre única |
| SBBR_N_TWR | TBRN | Torre Brasília | 118.450 | Torre dividida: pista 11L/29R |
| SBBR_S_TWR | TBRS | Torre Brasília | 118.750 | Torre dividida: pista 11R/29L |
Escuta sem chamada inicial
SBBR usa a transferência por escuta: o piloto muda de frequência e não faz chamada inicial1.
- O piloto chama o Tráfego a partir de 15 min antes da EOBT, informando pátio e posição. Com a autorização copiada, avisa quando estiver realmente pronto para o acionamento.
- O Tráfego instrui o piloto a monitorar o Solo. O Solo chama a aeronave para o acionamento.
- Na transferência para a Torre, o Solo instrui o piloto a monitorar a Torre. A aeronave aguarda a chamada da Torre, pronta para decolagem imediata.
- A Torre não informa a hora da decolagem. A frequência do próximo órgão vai junto com a autorização de decolagem.
Exemplo: GLO1234, monitore o Solo Brasília em 121.800.
DCL
O SBBR tem DCL (autorização de tráfego por enlace de dados)2. Na rede, a estação usa o código SBBR.
| Código da estação | SBBR |
| Quem opera | SBBR_DEL. Sem DEL, a posição que assume a autorização em top-down (GND, TWR, APP ou ACC) |
| Ferramenta do controlador | Janela de DCL do TopSky, com o código pessoal do Hoppie ACARS |
| Ferramenta do piloto | ACARS da aeronave ou cliente compatível com Hoppie, enviando o pedido de autorização para SBBR |
Como funciona:
- O piloto envia o pedido (RCD) para
SBBR, com posição de estacionamento e letra do ATIS. - O controlador confere o plano e responde com a autorização: limite, pista, SID, código transponder, letra do ATIS e próxima frequência.
- O piloto aceita (
WILCO/ACCEPT). A autorização está cotada e não há cotejamento por voz. - Com a autorização aceita, o piloto monitora o Solo, que chama para o acionamento ou pushback.
Configuração do controlador
- Faça login no DCL do TopSky com o código
SBBRantes de abrir a posição. - Anuncie no controller information:
DCL AVBL LOGON SBBR. - Pedido com erro (plano inválido, SID errada, sem ATIS) volta como REVERT TO VOICE: o piloto chama o Tráfego na frequência.
- Se o piloto não aceitar em tempo razoável, considere a autorização não entregue e chame por voz.
Áreas de responsabilidade
| Posição | Responsável por |
|---|---|
| GND | Pátios 1, 2, 3, aviação geral e militar, e as TWY até o ponto de espera |
| TWR | As duas pistas e as TWY dentro dos pontos de espera. Com a Torre dividida, a N fica com a 11L/29R e a S com a 11R/29L |
- SBBR não tem Pátio (APRON): o Solo cuida de todos os pátios.
- Saída: o Solo transfere para a Torre (por escuta) antes do ponto de espera. O piloto chega ao ponto de espera pronto para decolar; se não estiver, avisa o Solo1.
- Chegada: depois de livrar a pista, a Torre transfere para o Solo.
- Táxi entre os dois lados (pátio 1 até a U, ou da U até a H) não cruza pista: segue pela K ou pela R.
Fluxo de solo
Regra geral
- Lado norte (11L/29R): a H acompanha a pista. L1 e L2 ligam o pátio 1 à H; A e B levam às cabeceiras; C, G e F são saídas rápidas; N e O levam ao pátio militar.
- Lado sul (11R/29L): a U acompanha a pista. K e R ligam o pátio 1 à U; Y e Z levam às cabeceiras; BB e EE são saídas rápidas; T e W servem o pátio 3.
- O pátio 2 e a aviação geral saem pela Q e pela QQ até a H.
- Decolagens 11L (N/NE): L1, H e A até a cabeceira. Código A/B decola da C.
- Decolagens 11R (S/SE): R ou K, U e Y até a cabeceira. Código A/B decola da BB.
- Pousos 11L: livram pela F (ou G) e voltam pela H até a L2 ou L3.
- Pousos 11R: livram pela EE e seguem pela K até o pátio 1.
Exemplo: AZU4321, táxi para o ponto de espera da pista 11R via R, U e Y.
- Decolagens 29R (N/NE): L2, H e B até a cabeceira. Código A/B decola da F.
- Decolagens 29L (S/SE): K, U e Z até a cabeceira. Código A/B decola da EE.
- Pousos 29R: livram pela G (ou C) e voltam pela H até a L2.
- Pousos 29L: livram pela BB e seguem pela U e pela R até o pátio 1.
Exemplo: GLO1234, táxi para o ponto de espera da pista 29R via L2, H e B.
Saídas de pista
O piloto deve livrar a pista completamente antes de parar, pela saída indicada, ou avisar o APP ou a Torre se não puder usá-la1.
| Pista | Saída | Distância da cabeceira |
|---|---|---|
| 11L | G ou F | 1425 m / 1956 m |
| 29R | G ou C | 1359 m / 2193 m |
| 11R | EE | 2161 m |
| 29L | BB | 2188 m |
Hotspots
| Hotspot | Onde | Atenção |
|---|---|---|
| HS1 | Encontro da C com a H, a L1 e a Q | Interseção complexa com a saída rápida C, junto da cabeceira 11L |
| HS2 | Encontro da EE com a U, a R e a K | Interseção complexa com a saída rápida EE |
Restrições de táxi
| Restrição | Onde |
|---|---|
| Envergadura até 20 m | TWY QQ. Antes de entrar na Q pela QQ, chamar a Torre informando a posição4 |
| Envergadura acima de 20 m | Para os hangares da aviação geral pela QQ, só rebocada4 |
| Aviação geral para o pátio 2 | Usa obrigatoriamente a TWY do pátio 2 (posições 52 a 61)3 |
Pontos de decolagem
| Pista | Ponto | TORA | Quem usa |
|---|---|---|---|
| 11L | A (cabeceira) | 3050 m | Código C ou maior |
| 11L | C | 2193 m | Código A e B1 |
| 29R | B (cabeceira) | 3200 m | Código C ou maior |
| 29R | F | 1956 m | Código A e B1 |
| 11R | Y (cabeceira) | 3150 m | Código C ou maior |
| 11R | BB | 2188 m | Código A e B1 |
| 29L | Z (cabeceira) | 3300 m | Código C ou maior |
| 29L | EE | 2161 m | Código A e B1 |
- Código A e B deve decolar da interseção. Quem não puder avisa ao pedir a autorização do plano de voo1.
- Código C ou maior pode pedir a interseção1.
- O piloto chega ao ponto de espera pronto para decolar; alinhamento imediato e corrida iniciada em até 10 segundos após a autorização1.
- Após decolar, chamar o APP imediatamente só com
CONTROLE BRASÍLIA, [INDICATIVO], sem informação adicional, e aguardar vetoração ou direto a um waypoint. Quem for passar de 250 kt abaixo do FL100 avisa o APP1.
Decolagem entre pousos
Respeitando a esteira de turbulência, a Torre pode autorizar o ingresso e a decolagem imediata entre uma aeronave que decolou da 11L e já cruzou a cabeceira oposta e outra que, na aproximação, está passando a vertical de GELVA. Também pode autorizar o ingresso na pista entre duas aproximações: uma passando GELVA e outra que já cruzou a cabeceira em uso1.
HIRO
A HIRO (operação de pista de alta intensidade) reduz o tempo de ocupação de pista para encurtar a separação na final, entre decolagens e entre pousos e decolagens1.
| Ativação | Informada no ATIS |
| Velocidade na aproximação | Só operam aeronaves que mantenham no mínimo 120 kt IAS até 4 NM da cabeceira |
| Pouso | Livrar a pista completamente antes de parar, pela saída indicada na tabela de saídas |
| Decolagem | Código A e B pela interseção; jatos e esteira média ou maior seguem os procedimentos de alta densidade (alinhamento imediato, corrida em 10 s) |
Pátios e companhias
Referência para a simulação. As posições seguem as cartas PDC; as companhias seguem a lista de companhias do aeroporto na Wikipedia. A divisão entre posições é uma simplificação, não a alocação oficial do aeroporto. VAs usam as posições da companhia real que representam.








Cargueiros, aviação geral até 5700 kg e excedente de qualquer companhia.
Cargueiros de grande porte e excedente.
Logos obtidas da GRU Airport. As marcas pertencem às respectivas companhias.
Outros procedimentos
- Observar a VAC para entrar e sair do circuito de tráfego1.
- Helicópteros entram e saem pelo setor sul a no mínimo 4100 pés (600 pés de altura)1.
- Arremetida fora do perfil da IAC com falha de comunicação: subir para 7000 pés e, ao atingir, voar na proa do IAF do procedimento em uso1.
Diagramas desenhados pela VATSIM Brasil sobre a geometria do OpenStreetMap (ODbL), conferida com as cartas ADC e PDC SBBR. Não use para navegação real. Fonte normativa: AIP Brasil, AD 2 SBBR, AMDT 2610A1.