SBEG - Eduardo Gomes
Dados Gerais
| Informações | |
|---|---|
| Nome do aeródromo | Manaus - Eduardo Gomes |
| Tipo de Operação | Internacional e Público |
| Altitude de transição | 5000 pés4 |
| Elevação | 264 pés (80 m) |
| Maior aeronave | Wide-bodies (código 4E); B747-8F com procedimentos especiais1 |
| Espaço aéreo | CTR Manaus 1, classe C, GND/2000 pés4 |
| Aceita A380? |
Informações Úteis
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Pistas
Sistema de pistas
SBEG tem uma pista, a 11/29 (2700 × 45 m, asfalto), sem saídas intermediárias. Só duas pistas de táxi chegam a ela: a A, que sai do pátio 1 e vai até a cabeceira 11, e a B, que sai entre os pátios 1 e 2 e vai até a cabeceira 29.
-
Pista
11
ILS CAT I, RNP e VOR. Única com aproximação de precisão.
-
Pista
29
Só aproximações de não precisão (RNP e VOR).
Escolha da pista
O AIP não define pista preferencial nem limite de vento de cauda: a pista em uso segue o vento. Com vento calmo, a 11 tem a vantagem do ILS.
Dados das pistas
| Pista | Dimensões | TORA | LDA | Aproximação | Observações |
|---|---|---|---|---|---|
| 11 | 2700 × 45 m | 2700 m | 2700 m | ILS CAT I | ALS e PAPI |
| 29 | 2700 × 45 m | 2700 m | 2700 m | Não precisão | PAPI |
- O AD recebe aeronaves até o código 4E. O B747-8F opera com procedimentos especiais1.
Órgãos ATC
| Código | Abrev. | Indicativo de Chamada | Frequência | Observações |
|---|---|---|---|---|
| SBEG_ATIS | AEG | Informações Eduardo Gomes | 127.650 | D-ATIS |
| SBEG_GND | GEG | Solo Eduardo Gomes | 121.900 | DCL (código SBEG) |
| SBEG_TWR | TEG | Torre Eduardo Gomes | 118.300 |
DCL
O SBEG tem DCL (autorização de tráfego por enlace de dados)2. Na rede, a estação usa o código SBEG. Não há posição de Tráfego (DEL): quem entrega as autorizações é o Solo.
| Código da estação | SBEG |
| Quem opera | SBEG_GND. Sem GND, a posição que assume a autorização em top-down (TWR, APP ou ACC) |
| Ferramenta do controlador | Janela de DCL do TopSky, com o código pessoal do Hoppie ACARS |
| Ferramenta do piloto | ACARS da aeronave ou cliente compatível com Hoppie, enviando o pedido de autorização para SBEG |
Como funciona:
- O piloto envia o pedido (RCD) para
SBEG, com posição de estacionamento e letra do ATIS. - O controlador confere o plano e responde com a autorização: limite, pista, SID, código transponder, letra do ATIS e próxima frequência.
- O piloto aceita (
WILCO/ACCEPT). A autorização está cotada e não há cotejamento por voz. - Com a autorização aceita, o piloto chama o Solo para acionamento ou pushback.
Configuração do controlador
- Faça login no DCL do TopSky com o código
SBEGantes de abrir a posição. - Anuncie no controller information:
DCL AVBL LOGON SBEG. - Pedido com erro (plano inválido, SID errada, sem ATIS) volta como REVERT TO VOICE: o piloto chama o Solo na frequência.
- Se o piloto não aceitar em tempo razoável, considere a autorização não entregue e chame por voz.
Áreas de responsabilidade
| Posição | Responsável por |
|---|---|
| GND | Pátios 1 a 5, pista de táxi do pátio e TWY A e B até o ponto de espera |
| TWR | A pista 11/29 e as TWY dentro dos pontos de espera |
- SBEG não tem Pátio (APRON): o Solo cuida de todos os pátios.
- Saída: o Solo transfere para a Torre antes do ponto de espera.
- Chegada: depois de livrar a pista, a Torre transfere para o Solo.
Fluxo de solo
Regra geral
- A pista de táxi do pátio liga os pátios 1 a 5 entre si.
- TWY A (cerca de 1,5 km) liga a ponta sul do pátio 1 à cabeceira 11.
- TWY B (cerca de 1 km) liga o trecho entre os pátios 1 e 2 à cabeceira 29.
- Sem saídas intermediárias, toda decolagem é da cabeceira e todo pouso livra no fim da pista.
- Decolagens (11): A até a cabeceira 11. Dos pátios 2 a 5, pela pista de táxi do pátio até a A.
- Pousos (11): rolam até o fim da pista e livram pela B, que leva de volta aos pátios.
Exemplo: AZU4321, táxi para o ponto de espera da pista 11 via A.
- Decolagens (29): B até a cabeceira 29. Do pátio 1, pela pista de táxi do pátio até a B.
- Pousos (29): rolam até o fim da pista e livram pela A, que leva de volta ao pátio 1.
Exemplo: GLO1234, táxi para o ponto de espera da pista 29 via B.
Saídas de pista
| Pista | Saída |
|---|---|
| 11 | B, no fim da pista (~2700 m) |
| 29 | A, no fim da pista (~2700 m) |
Ocupação de pista
Todo pouso percorre a pista inteira até a saída, e a próxima decolagem só entra depois. Conte com esse tempo ao espaçar pousos e decolagens.
Pontos de decolagem
| Pista | Ponto | TORA | Quem usa |
|---|---|---|---|
| 11 | A (cabeceira) | 2700 m | Todos |
| 29 | B (cabeceira) | 2700 m | Todos |
- As TWY A e B têm 23 m de largura3. O AIP não traz restrição de envergadura nas pistas de táxi.
Pátios e companhias
Referência para a simulação. As posições seguem as cartas PDC; as companhias seguem a lista de companhias do aeroporto na Wikipedia. A divisão entre posições é uma simplificação, não a alocação oficial do aeroporto. VAs usam as posições da companhia real que representam.








Aviação geral, executiva e táxi aéreo.
Logos obtidas da GRU Airport. As marcas pertencem às respectivas companhias.
Outros procedimentos
- Na pista 11, os pontos de toque do ILS e do PAPI não coincidem: ficam 115 m afastados5.
Diagramas desenhados pela VATSIM Brasil sobre a geometria do OpenStreetMap (ODbL), conferida com as cartas ADC e PDC SBEG. Não use para navegação real. Fonte normativa: AIP Brasil, AD 2 SBEG, AMDT 2610A1.
-
AIP Brasil, AD 2 SBEG 2.20, item 1. Distâncias declaradas: AD 2.13. ↩↩
-
AIP Brasil, AD 2 SBEG 2.8 e carta ADC. ↩
-
AIP Brasil, AD 2 SBEG 2.17 e cartas IAC. ↩↩